Plantio do Baobá e caminhada na Ilha do Catalão
No último sábado, aconteceu a caminhada afetiva pela Ilha do Catalão. Um roteiro permeado por memórias e afetos, promovido pelo LIpE em parceria com a Amavila, associação dos moradores da Vila Residencial.
Cartografias Colaborativas: Rota dos Baobás
Vincenzo Tozzi fala sobre a Rota dos Baobás, projeto selecionado pelo chamamento do MinC para Cartografias Colaborativas. Publicado em 26 de mar. de 2013 pela Secretaria de Políticas Culturais do MinC
Júlia do Marielle Vive na Rota dos Baobás
Júlia do Marielle Vive na Rota dos Baobás
Mesa Raiz Galáxia Núcleo DPadua
Mesa raiz galáxia no Núcleo DPadua e na Tempo Eco Arte em out/nov 2013.
Baobá no Alvorada
Que a terra do Palácio da Alvorada, com todo o amor e cuidado que recebe, permita que o nosso baobá crie raízes profundas e atravesse séculos. Plantar essa muda, símbolo de resistência, sabedoria e longevidade, é plantar um pedaço de eternidade. Neste Dia dos Pais, semeamos esperança ao som de Gil: 🎶 Aguardaremos, brincaremos no regato. Até que nos tragam frutos, teu amor, teu coração 💚🌱
Memórias vividas no Catalão
Encontro e vivência na Ilha do Catalão / RJ
Plantio Baobá do Pelô
Plantio do Baobá no Pelourinho
Baobá da Xambá
yo, esse Baobá nasceu da semente que o Guitinho pegou aqui na Tainã numa vivência que dizemos de 10 dias em 2009. fizemos uma mística e todos experimentaram um gomo da mucua do senegal que eu tinha aberto aqui. Guitinho chupou a semente e levou com ele. plantou e ela germinou na casa dele e ficou num vaso alguns anos até conseguirmos ocupar o portal do Gelo onde se criou o ponto de Cultura Bongar em 2016. foi nessa vivência que fizemos os Arranjos e gravamos todas as bases do disco Ogun do Bongar. então esse Baobá tem 15 anos e carrega toda essa história. Foto durante visita do Heitor aos mocambos de Olinda em Out 24.
Plantio Baobá na Comunidade do Fojo
Plantio do Baobá em homenagem ao William da Comunidade do Fojo em Guapimirim. Recebemos o baobá com a visita do TC e mais gente da Tainã que presenciaram o plantio com a comunidade e a família.
Mestre Joelson Ferreira - Professor visitante da UFBA
Para Mestre Joelson, o desafio da docência na UFBA faz parte da estratégia de enfrentamento às opressões vividas pelos povos tradicionais. “Não venho só, venho acompanhado de todo um movimento de ancestralidades. A pedagogia é pra fora da sala, precisamos ver as ações, dialogar com o território. Sou grato à UFBA, muitos alunos dessa casa ajudaram a construir a Teia dos Povos e essa é uma forma de ampliarmos a luta”. Mestre Joelson foi contratado em regime de dedicação exclusiva, por tempo determinado, mediante “Edital Interno 01/2023 – IHAC – Chamada para Processo Seletivo para Apresentação de Candidaturas do IHAC ao Edital Professor Visitante Notório Saber 2023 PROEXT/UFBA”, a partir de 04/dez/2023. Sua primeira atividade foi a aula conjunta com o professor visitante Horácio Machado Araóz, da Universidade de Catamarca, na Argentina, no minicurso Ecologias Políticas desde Abya Yala e encerramento da disciplina Cultura e Desenvolvimento. No primeiro semestre de 2024, Joelson ofertará um curso em Tópicos Especiais em Culturas junto ao programa de pós-graduação em Cultura e Sociedade (Pós-Cultura), onde integra o quadro docente como Professor Visitante, colaborando para o componente de Tópicos Especiais em Humanidades e Estudo das Contemporaneidades, na graduação no IHAC, e Estudos Socioeconômicos e Ambientais, na graduação na FAU, e atuará com atividades de ensino, pesquisa e extensão, sob a Coordenação de Leticia Marques e supervisão de Felipe Milanez, que apoiou a contratação do Mestre. Também se articulam nessa ação de acolhimento de mestre Joelson uma teia de professores que irá colaborar com os cursos oferecidos por mestre Joelson, e grupos de pesquisas onde ele participará de debates, além de Felipe Milanez, no IHAC e o Grupo de Ecologias Políticas, com os professores Felipe Estrela, da Faculdade de Direito; Thaís Rosa, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (grupo Margear/PPGAU e Residência AU+E) ; Gilca de Oliveira, da Faculdade de Economia e do Geografar, Ana Lúcia Lage, do BI de Humanidades e Bianca Rückert, do BI Saúde, do IHAC, entre outros docentes e discentes que contribuem para a recepção do Mestre em Salvador. Viva Mestre Joelson e a luta dos povos!
Baobá di Lau - Biologia Unicamp
No dia 23/11, às 10h, ao lado do Instituto de Biologia da UNICAMP, será plantado o Baobá di Lau em homenagem a Laudelina de Campos Melo. Laudelina foi uma grande militante na luta pelos direitos das pessoas negras e empregadas domésticas no Brasil. Conhecida como “Árvore da vida”, o baobá é uma árvore sagrada em África. Simboliza força, resistência, ancestralidade, espiritualidade e sabedoria. O plantio é um ato de Extensão Comunitária da UNICAMP, em parceria com a Casa de Cultura Tainã e o coletivo negro Simone Maia do Instituto de Biologia. Esse plantio faz parte do projeto Rota dos Baobás, que pretende divulgar essa planta simbólica dos movimentos de luta pela igualdade racial no país.
Baobá di NILu
BaobÁfriCampinas No próximo domingo, dia 02 de Julho de 2023, a cidade de Campinas será abraçada pelo amor, em memória às personagens pioneiras do movimento negro no Brasil. O cortejo do Coletivo Nação Nagô, representado pelo povo negro da região é uma homenagem aos heróis e heroínas que resistiram e, ao longo do tempo, lutaram pra construir “um mundo mais do nosso jeito”. Venham de branco e vamos celebrar nossos ancestrais e sonhar com um futuro mais justo. Sankofa!!!O Mestre Lumumba e sua filha Dr. Nicéa Quintino Amauro foram uma parte fundamental na construção dessa história, mas agora, após a sua triste partida, este movimento está renascendo com ainda mais força. A árvore Baobá – Baobá di NiLu, que será plantada na frente da prefeitura de Campinas, relembrará a luta e resistência, principalmente das mulheres negras que, quase sempre, eram obrigadas abandonar seus filhos e suas casas e passarem a vida cuidando dos filhos e da casa da burguesia da cidade.Este ato é uma forma de resgatar a memória daqueles que foram esquecidos pelo tempo e pela história branca. É uma forma de homenagear todos os pioneiros e pioneiras que construíram umcaminho para que os negros brasileiros pudessem ter mais direitos e igualdade na sociedade. Estaremos reivindicando também que esta data seja incluída no calendário decomemoração do Aniversário de Campinas visto que, também estamos comemorando um quarto de milênio da presença das Áfricas em Campinas. Vamos construir um mundo mais do nosso jeito. BaobÁfriCampinas!!!* Independência da Bahia. O dia 2 de julho foi escolhido por ser dia do nascimento de Mestre Lumumba e é também o dia de comemoração da Independência da Bahia onde se registrou o protagonismo de mulheres comoMaria Felipa de Oliveira, uma mulher negra, pescadora, marisqueira e ganhadeira, lutou nas batalhas de Independência do Brasil na Ilha de Itaparica (Bahia – BA). Ela teria comandado um grupo de cerca de 40 mulherespara, primeiro, seduzir os portugueses e, depois, atear fogo às embarcações deles.
BaobÁfriCampinas por Eduardo Benedito
Manhã de domingo, 02 de julho de 2023 “Toquem tambores Para anunciar Graças e Louvores À todas as Áfricas” (*) Essa foi umas das canções que se ouvia pelas ruas centrais da cidade de Campinas-SP, na ensolarada manhã de domingo, 02 de julho, cantada por uma multidão de pessoas, a grande maioria vestidas de branco, embaladas pelo ritmo do Ijexá, repercutido ao som dos tambores, atabaques, bumbos, alfaias, djembês, agabês ou xequerês, gonguês, agogôs, berimbaus, tocados pelos membros dos diversos grupos de cultura afro-brasileira de Campinas e região metropolitana.
A conspiração escrava de Campinas, 1832
No ano de 1832 foi descoberto um plano de revolta escrava em Campinas, envolvendo quinze fazendas. O objetivo deste trabalho é construir uma biografia coletiva dos escravos e do liberto envolvidos nesse plano de rebelião. Buscaremos acompanhar a trajetória desses revoltosos desde o momento em que chegaram na vila de Campinas até o ano de 1832. Levantaremos vários aspectos de suas vidas, como, por exemplo, a época em que chegaram na região, as procedências, os tipos de tarefas desempenhadas nas fazendas, as relações de parentesco e outros. Esperamos com isso tirar algumas conclusões para discutir a temática da comunidade escrava. Existiria uma comunidade escrava homogênea pelo simples fato de todos terem a mesma condição cativa? Ou os escravos eram bastante divididos entre si pelas diferenças de origem, sendo os crioulos (cativos nascidos no Brasil) menos propensos a se rebelarem contra os senhores que os africanos? Ou, ainda, seriam aqueles escravos casados e com profissões especializadas completamente estranhos à maioria dos cativos que não experimentavam essas vivências e totalmente avessos a rebeliões coletivas? O trabalho utiliza o método de ligação nominativa das fontes, baseado em cinco séries documentais: processo-crime de 1832, inventários, censos populacionais, registros de batismo e casamento escravo
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Vivência e Troca de Saberes. de 25 a 27.10.21 Programa Encontro de Saberes - Licenciatura em Educação no Campo - UFMG
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Vivência e Troca de Saberes. de 25 a 27.10.21 Programa Encontro de Saberes - Licenciatura em Educação no Campo - UFMG
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Vivência e Troca de Saberes. de 25 a 27.10.21 Programa Encontro de Saberes - Licenciatura em Educação no Campo - UFMG
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Vivência e Troca de Saberes. de 25 a 27.10.21 Programa Encontro de Saberes - Licenciatura em Educação no Campo - UFMG
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Vivência e Troca de Saberes. de 25 a 27.10.21 Programa Encontro de Saberes - Licenciatura em Educação no Campo - UFMG
Desenho de Ofélia feito durante a aula.
Vivência e Troca de Saberes. de 25 a 27.10.21 Programa Encontro de Saberes - Licenciatura em Educação no Campo - UFMG
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Plantio do Baobá no Mercado Sul. 19 Dezembro de 2016
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Plantio do Baobá no Mercado Sul. 19 Dezembro de 2016
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Plantio do Baobá no Mercado Sul. 19 Dezembro de 2016
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Plantio do Baobá no Mercado Sul. 19 Dezembro de 2016
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Plantio do Baobá no Mercado Sul. 19 Dezembro de 2016
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Plantio do Baobá no Mercado Sul. 19 Dezembro de 2016
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Plantio do Baobá no Mercado Sul. 19 Dezembro de 2016
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Plantio do Baobá no Mercado Sul. 19 Dezembro de 2016
Rede Kalunga Wifi
Implantação da Rede de comunicação Kalunga.
Tainã árvore da Memória
Baobás espalhados e florescendo mundo afora. Um longo caminho que se revelou quando nasce a Tainã, caminho das estrelas. caminho que é só caminhar sem medo, caminho que me faz ter certeza que é preciso caminhar, caminho que me faz acreditar que é possível sonhar com um mundo mais do nosso jeito!
Pajelanca Quilombólica- Baobáxia e Samba de Umbigada
Pajelanca Quilombólica- Baobáxia e Samba de Umbigada 2013
Makolwa Munguambe - O Diálogo
O ARTISTA MOÇAMBICANO, MAKOLWA MUNGUAMBE, EXPÕE NA CASA DE CULTURA TAINÃ Além da exposição o artista dará oficinas de construção de marionetes gigantes A Casa de Cultura Tainã recebe o artista moçambicano Makolwa Munguambe para uma residência artística com atividades programadas de exposição e oficinas. A exposição “ O diálogo” com data de início em 25 de outubro às 20h , na Casa de Cultura Tainã, traz diversos trabalhos de Makolwa com pinturas e esculturas construídas a partir da reciclagem de elementos como madeira, radiadores de automóveis, sucatas entre outros. Makolwa, é autodidata com uma capacidade de criação incrível e compõe seu trabalho a partir de experimentações de observação do mundo a volta compondo um trabalho que alia criatividade, estética e a preocupação com o meio ambiente, como destaca o artista. “ Aquém da pintura e da escultura, estar comprometido com questões ambientes é importante para que não volte para a Terra para a natureza elementos que venham agredir e prejudicar, “salvo” certos matérias tóxicos para a natureza reciclando e os transformando em arte”. O artista também domina o oficio de construção de marionetes gigantes, Makolwa aprendeu a construí-las a partir oficinas que ele realizou com a Companhia francesa Les Grandes Personnes, um grupo conhecido de teatro de rua. Para o artista a confecção das marionetes gigantes extrapola a convecção de que a arte tem que estar em salas expositivas, as marionetes ocupam a rua, o espaço público e podem ser vistas por todos, a arte na rua é democrática, inclusiva porque toca pessoas. “ Assiste na rua, as pessoas ricas, os pobres, os médios, as crianças, os jovens, os idosos”. Makolwa integra o grupo Marionetes Gigantes de Moçambique. Estão previstas oficinas a partir de 30 de outubro até 15 de novembro com Makolwa. Nas oficinas oferecidas pelo artista serão construídos de bonecões gigantes a partir elementos como barro e papel maché, foram pensados a construção de bonecos em homenagem à Bispo do Rosário, Mestre Moa e Marielle Franco que tragam discussões de temáticas atuais. Para TC Silva coordenador da casa de Cultura Tainã a importância de construir redes e conectar pessoas é essencial “A Tainã constrói redes se expande através da Rede Mocambos e receber pessoas sempre fez parte. toda a história da Tainã é reunir gente de muitos lugares. As nossas ações sempre estão interligadas a outras frentes e questões de lutas.” Sobre as oficinas das marionetes gigantes, que muitos conhecem como “bonecões” “Quando se fala em Bispo do Rosário se fala sobre intolerância religiosa, da luta antimanicomial, promoção da paz mundial, das igualdades e do respeito as diferenças. Ir para à rua com construção de pautas onde possamos tentar fazer um mundo mais do nosso jeito , onde as existências e suas identidades não são negadas.” Casa de Cultura Tainã A Casa de Cultura Tainã é uma entidade cultural e social sem fins lucrativos fundada por moradores da Vila Castelo Branco e região em 1989 como nome de Associação de Moradores da Vila Castelo Branco e, mais tarde, através de um concurso, foi escolhido o nome de Casa de Cultura Tainã que hoje fica na Vila Padre Manoel da Nóbrega região noroeste do município de Campinas, SP. Sua missão é possibilitar o acesso à informação, fortalecendo a prática da cidadania e a formação da identidade cultural, visando contribuir para a formação de indivíduos conscientes e atuantes na comunidade Serviço: Exposição: O Diálogo pinturas e esculturas Makolwa Munguambe Abertura: 25 de outubro às 20h Oficinas Marionetes Gigantes / Bonecões De 30 de outubro a 15 de novembro Atividades gratuitas Casa de Cultura Tainã Endereço: Rua Inhambu, nº 645 - Praça dos Trabalhadores, Vila Padre Manoel da Nóbrega - Campinas Fone: +55 (19) 3228-2993 e-mail: taina@mocambos.net https://baobaxia.mocambos.net/
Sementes
Terra, Semente, Trabalho = Liberdade Semente, Criança = Futuro Semente: A História Nunca Contada https://vimeo.com/253931223c Poucas coisas na Terra são tão milagrosas e vitais como as sementes. Elas são tesouros, e adoradas desde o início da humanidade. No século passado, 94% das nossas variedades de sementes desapareceram. 'Semente: A História Nunca Contada', segue guardiões de sementes apaixonados que protegem nosso legado alimentar de 12 mil anos. Como a maioria das empresas químicas de biotecnologia hoje tentam controlar a maior parte das nossas sementes, fazendeiros, cientistas, advogados e guardiões de sementes indígenas travam uma batalha entre David e Golias para defender o futuro da nossa comida. Em uma história angustiante e encorajadora, esses heróis relutantes reacendem uma conexão perdida com nosso recurso mais precioso e resgatam toda uma cultura ligada à semente.
Tainã 28 Anos
Casa de Cultura Tainã, 28 Anos. Patrimônio, Memória e Resistência. Fazendo um mundo mais do nosso jeito, BaobÁfricanizando, sempre!!!
Feijão Roxo do México (Aiokote)
Encontro com Sofía Olascoaga de Cuernevaca que nos deu de presente sementes de feijão e nós demos em troca sementes de arroz dos Kalunga, presente de Paulinho e do povo de lá, trazidos pela Georgia que foi até a Casa do Povo pra me entregar. muito importe observar a história que vem junto com as sementes, narrada pela nossa companheira Sofia nesse pequeno video que fizemos pra compartilhar com noss@s parceir@s (http://www.comandanta.com/granel.php). esse encontro foi extremamente impor tante principalmente pela intensidade das trocas com as diferentes experiências apresentadas pelas pessoas que participaram dessa vivência totalmente enriquecedora. O Laboratório para Estruturas Flexíveis é um programa que se estendeu ao longo de um ano discutindo técnicas de gestão de diversas iniciativas culturais. Em um contexto político em que a imaginação de futuros possíveis não pode mais descolar-se da disputa de presentes urgentes, procuramos reunir espaços, iniciativas e coletivos de pequeno e médio porte, cuja situação frágil e o trabalho um tanto silencioso apontam para outras formas de organização – ou até de desorganização. A busca por outros meios de financiar suas atividades, de trabalhar coletivamente, de criar comunidades, de borrar fronteiras entre público e artista e de ampliar nosso entendimento do que é cultura, não deixa de ser uma tentativa conjunta de criar zonas de autonomia temporárias, que aguçam a sensibilidade social e ensaiam outras formas de existência. Esses bolsões de experimentação, espalhados por diferentes lugares do mundo, reinventam modos de estar, dinâmicas e usos de espaços comuns, para que não sejamos reduzidos a meros consumidores de serviços, ou de equipamentos coletivos já formatados. O programa reúne, de 23 a 28 de outubro, iniciativas nacionais e internacionais que inscrevem suas práticas no campo ampliado da cultura (das artes visuais ao ativismo cultural), em torno de três inquietações principais: a primeira relacionada aos públicos (1), a segunda ao objeto de atuação (2) e a terceira ao tempo e aos espaços dessa atuação (3). (1) Não seria o público dessas iniciativas antes o resultado de uma construção coletiva, que um alvo preexistente ao trabalho realizado? Ou seja, não estaríamos nós falando mais sobre a ideia de formação de redes do que sobre a ideia de criação de públicos? (2) Por que e para quem trabalhamos? Para promover um certo tipo de prática artística, reforçando a sociedade civil e inventando outras formas de fazer política? Para melhorar a vida do entorno e gerar renda para a comunidade? Essas perguntas propõem uma reestruturação dessas mesmas iniciativas, o que leva à terceira inquietação. (3) Se os públicos são agentes ativos dos resultados obtidos e se o objeto de atuação é um processo de construção constante, como essas iniciativas podem reinventar suas relações com o tempo e com o espaço? Quais outras genealogias e ancestralidades resgatar? Onde encontrar as muitas experiências hoje apagadas da história oficial da arte? Como adaptar a programação dos espaços culturais às urgências atuais (abrindo mão de exposições, cursos e temporadas)? Até que ponto podemos trabalhar sem espaço? Em que medida conseguimos frear o tempo em que vivemos? É nesse contexto de esgarçamento da linguagem e da imaginação, que se fazem tão fundamentais iniciativas e coletivos cujas práticas vêm antes dos nomes. O desejo de produzir formatos, dinâmicas, relações e usos ainda sem nome que vão, pouco a pouco, encontrando seu dizer, parece ser hoje uma atuação tão valiosa, quanto incomum. Talvez por isso, o Laboratório para Estruturas Flexíveis seja mais um encontro que reúne algumas dessas iniciativas, tais como: Agência Solano Trindade (São Paulo), Aldeia Kalipety (São Paulo), Beta-Local (Porto Rico), Casa de Cultura Tainã (Campinhas), Chão Slz (São Luís), ColetivA Ocupação (São Paulo), Grupo Contrafilé (São Paulo), Clínica Aberta de Psicanálise (São Paulo), Cursinho Popular Transformação (São Paulo) DataLabe (Rio de Janeiro), Digital Art Lab CKC (Israel), Escola Nacional Florestan Fernandes (Guararema, São Paulo), G>E - Grupo de pesquisa em processos criativos e propostas estéticas (São Paulo), JA.CA - Centro de Arte e Tecnologia (Belo Horizonte), l'Asilo (Nápoles, Itália), PF (São Paulo/Rio de Janeiro), Oficina de Imaginação Política, PAF [=PerforimingArtForum] (França). Não por acaso, muitas dessas iniciativas reunidas são fronteiriças, sejam pelos lugares onde atuam, pelas suas práticas ou seus formatos organizacionais. Também foram convidados alguns pesquisadores e ativistas, cujo trabalho volta-se à gestão e organização de iniciativas culturais e militantes, tais como: Andrea Phillips (Suécia), Denétèm Touam Bona (França), Sofía Olascoaga (México) e TC Silva (São Paulo). Em poucas palavras, o Laboratório para Estruturas Flexíveis, embora use um vocabulário questionável (flexibilidade, estruturas), procura identificar ferramentas que apontem para o que seria uma unidade mínima de institucionalização dessas iniciativas no sentido de que possam se consolidar sem se engessar; se reinventar sem se precarizar; se internacionalizar sem deixar de ser locais. Afinal de contas, o que essas estruturas pretendem é instituir novos mundos.http://brazil-eventer.com/event/laboratorio-para-estruturas-flexiveis
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A Rota dos Baobás prosseguiu passando também pelo Estado de Minas Gerais em Janeiro de 2017, onde realizou primeiros contatos com os estudantes de Educação no Campo na Universidade Federal de Minas Gerais, pensando junto com el@s a possibilidade de criar um núcleo de formação continuada dentro da universidade, pra possibilitar que esses jovens se apropriem de tecnologias livres para aplicar em suas comunidades que em sua grande maioria, são quilombolas. Fomos em três comunidades quilombolas no Território de Diamantina, sendo elas: Quilombo do Espinho; Quilombo Vagem do Inhaí e Comunidade quilombola do Baú. Nelas trocamos saberes, abraços, ideias e sementes que ficaram, viera e vão continuar sendo espalhadas e cultivadas por diversas comunidades.
quilombo do espinho19
A Rota dos Baobás prosseguiu passando também pelo Estado de Minas Gerais em Janeiro de 2017, onde realizou primeiros contatos com os estudantes de Educação no Campo na Universidade Federal de Minas Gerais, pensando junto com el@s a possibilidade de criar um núcleo de formação continuada dentro da universidade, pra possibilitar que esses jovens se apropriem de tecnologias livres para aplicar em suas comunidades que em sua grande maioria, são quilombolas. Fomos em três comunidades quilombolas no Território de Diamantina, sendo elas: Quilombo do Espinho; Quilombo Vagem do Inhaí e Comunidade quilombola do Baú. Nelas trocamos saberes, abraços, ideias e sementes que ficaram, viera e vão continuar sendo espalhadas e cultivadas por diversas comunidades.
comunidade de vagem
A Rota dos Baobás prosseguiu passando também pelo Estado de Minas Gerais em Janeiro de 2017, onde realizou primeiros contatos com os estudantes de Educação no Campo na Universidade Federal de Minas Gerais, pensando junto com el@s a possibilidade de criar um núcleo de formação continuada dentro da universidade, pra possibilitar que esses jovens se apropriem de tecnologias livres para aplicar em suas comunidades que em sua grande maioria, são quilombolas. Fomos em três comunidades quilombolas no Território de Diamantina, sendo elas: Quilombo do Espinho; Quilombo Vagem do Inhaí e Comunidade quilombola do Baú. Nelas trocamos saberes, abraços, ideias e sementes que ficaram, viera e vão continuar sendo espalhadas e cultivadas por diversas comunidades.
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A Rota dos Baobás prosseguiu passando também pelo Estado de Minas Gerais em Janeiro de 2017, onde realizou primeiros contatos com os estudantes de Educação no Campo na Universidade Federal de Minas Gerais, pensando junto com el@s a possibilidade de criar um núcleo de formação continuada dentro da universidade, pra possibilitar que esses jovens se apropriem de tecnologias livres para aplicar em suas comunidades que em sua grande maioria, são quilombolas. Fomos em três comunidades quilombolas no Território de Diamantina, sendo elas: Quilombo do Espinho; Quilombo Vagem do Inhaí e Comunidade quilombola do Baú. Nelas trocamos saberes, abraços, ideias e sementes que ficaram, viera e vão continuar sendo espalhadas e cultivadas por diversas comunidades.
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A Rota dos Baobás prosseguiu passando também pelo Estado de Minas Gerais em Janeiro de 2017, onde realizou primeiros contatos com os estudantes de Educação no Campo na Universidade Federal de Minas Gerais, pensando junto com el@s a possibilidade de criar um núcleo de formação continuada dentro da universidade, pra possibilitar que esses jovens se apropriem de tecnologias livres para aplicar em suas comunidades que em sua grande maioria, são quilombolas. Fomos em três comunidades quilombolas no Território de Diamantina, sendo elas: Quilombo do Espinho; Quilombo Vagem do Inhaí e Comunidade quilombola do Baú. Nelas trocamos saberes, abraços, ideias e sementes que ficaram, viera e vão continuar sendo espalhadas e cultivadas por diversas comunidades.
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A Rota dos Baobás prosseguiu passando também pelo Estado de Minas Gerais em Janeiro de 2017, onde realizou primeiros contatos com os estudantes de Educação no Campo na Universidade Federal de Minas Gerais, pensando junto com el@s a possibilidade de criar um núcleo de formação continuada dentro da universidade, pra possibilitar que esses jovens se apropriem de tecnologias livres para aplicar em suas comunidades que em sua grande maioria, são quilombolas. Fomos em três comunidades quilombolas no Território de Diamantina, sendo elas: Quilombo do Espinho; Quilombo Vagem do Inhaí e Comunidade quilombola do Baú. Nelas trocamos saberes, abraços, ideias e sementes que ficaram, viera e vão continuar sendo espalhadas e cultivadas por diversas comunidades.
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de volta pra inhai fornos
A Rota dos Baobás prosseguiu passando também pelo Estado de Minas Gerais em Janeiro de 2017, onde realizou primeiros contatos com os estudantes de Educação no Campo na Universidade Federal de Minas Gerais, pensando junto com el@s a possibilidade de criar um núcleo de formação continuada dentro da universidade, pra possibilitar que esses jovens se apropriem de tecnologias livres para aplicar em suas comunidades que em sua grande maioria, são quilombolas. Fomos em três comunidades quilombolas no Território de Diamantina, sendo elas: Quilombo do Espinho; Quilombo Vagem do Inhaí e Comunidade quilombola do Baú. Nelas trocamos saberes, abraços, ideias e sementes que ficaram, viera e vão continuar sendo espalhadas e cultivadas por diversas comunidades.
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A Rota dos Baobás prosseguiu passando também pelo Estado de Minas Gerais em Janeiro de 2017, onde realizou primeiros contatos com os estudantes de Educação no Campo na Universidade Federal de Minas Gerais, pensando junto com el@s a possibilidade de criar um núcleo de formação continuada dentro da universidade, pra possibilitar que esses jovens se apropriem de tecnologias livres para aplicar em suas comunidades que em sua grande maioria, são quilombolas. Fomos em três comunidades quilombolas no Território de Diamantina, sendo elas: Quilombo do Espinho; Quilombo Vagem do Inhaí e Comunidade quilombola do Baú. Nelas trocamos saberes, abraços, ideias e sementes que ficaram, viera e vão continuar sendo espalhadas e cultivadas por diversas comunidades.
comunidade quilombola Bau
A Rota dos Baobás prosseguiu passando também pelo Estado de Minas Gerais em Janeiro de 2017, onde realizou primeiros contatos com os estudantes de Educação no Campo na Universidade Federal de Minas Gerais, pensando junto com el@s a possibilidade de criar um núcleo de formação continuada dentro da universidade, pra possibilitar que esses jovens se apropriem de tecnologias livres para aplicar em suas comunidades que em sua grande maioria, são quilombolas. Fomos em três comunidades quilombolas no Território de Diamantina, sendo elas: Quilombo do Espinho; Quilombo Vagem do Inhaí e Comunidade quilombola do Baú. Nelas trocamos saberes, abraços, ideias e sementes que ficaram, viera e vão continuar sendo espalhadas e cultivadas por diversas comunidades.
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A Rota dos Baobás prosseguiu passando também pelo Estado de Minas Gerais em Janeiro de 2017, onde realizou primeiros contatos com os estudantes de Educação no Campo na Universidade Federal de Minas Gerais, pensando junto com el@s a possibilidade de criar um núcleo de formação continuada dentro da universidade, pra possibilitar que esses jovens se apropriem de tecnologias livres para aplicar em suas comunidades que em sua grande maioria, são quilombolas. Fomos em três comunidades quilombolas no Território de Diamantina, sendo elas: Quilombo do Espinho; Quilombo Vagem do Inhaí e Comunidade quilombola do Baú. Nelas trocamos saberes, abraços, ideias e sementes que ficaram, viera e vão continuar sendo espalhadas e cultivadas por diversas comunidades.
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A Rota dos Baobás prosseguiu passando também pelo Estado de Minas Gerais em Janeiro de 2017, onde realizou primeiros contatos com os estudantes de Educação no Campo na Universidade Federal de Minas Gerais, pensando junto com el@s a possibilidade de criar um núcleo de formação continuada dentro da universidade, pra possibilitar que esses jovens se apropriem de tecnologias livres para aplicar em suas comunidades que em sua grande maioria, são quilombolas. Fomos em três comunidades quilombolas no Território de Diamantina, sendo elas: Quilombo do Espinho; Quilombo Vagem do Inhaí e Comunidade quilombola do Baú. Nelas trocamos saberes, abraços, ideias e sementes que ficaram, viera e vão continuar sendo espalhadas e cultivadas por diversas comunidades.
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A Rota dos Baobás prosseguiu passando também pelo Estado de Minas Gerais em Janeiro de 2017, onde realizou primeiros contatos com os estudantes de Educação no Campo na Universidade Federal de Minas Gerais, pensando junto com el@s a possibilidade de criar um núcleo de formação continuada dentro da universidade, pra possibilitar que esses jovens se apropriem de tecnologias livres para aplicar em suas comunidades que em sua grande maioria, são quilombolas. Fomos em três comunidades quilombolas no Território de Diamantina, sendo elas: Quilombo do Espinho; Quilombo Vagem do Inhaí e Comunidade quilombola do Baú. Nelas trocamos saberes, abraços, ideias e sementes que ficaram, viera e vão continuar sendo espalhadas e cultivadas por diversas comunidades.
