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A reconstrução ecológica da agricultura

A reconstrução ecológica da agricultura

Carlos Armênio Khatounian

29/06/2021
agricultura sintrópicaagroecologiaagrofloresta
Agroflorestando o mundo de facão a trator

Agroflorestando o mundo de facão a trator

5“Quando a Floresta está nua, desprotegida, Mofokari, o ente solar, queima os igarapés e os rios. Ele os seca com sua língua de fogoe engole seus peixes. E quando seus pés se aproximam do chão da floresta, ele endurece e fica ardendo. Nada mais pode brotar nele. Não tem mais raízes e sementes na umidade do solo. As águas fogem para muito longe. Então, o vento que as seguia e nos refrescava como um abano se esconde também. Um calor escaldante paira em todos os lugares. As folhas e flores que ainda estão no chão ressecam e encolhem. Todas as minhocas da terra morrem. O perfume da floresta queima e desaparece. Nada mais cresce. A fertilidade da floresta vai para outras terras” (sabedoria ancestral indígena sobre a floresta e o clima, sabiamente expressa por Davi Kopenawa no prefácio do livroUrihi, a Terra-Floresta Yanomami)

14/08/2020
agricultura sintrópicaagroflorestaplantas
TAZ - Zona autônoma temporária

TAZ - Zona autônoma temporária

10/07/2019
autonomiaanarquismotaz +1
Deserto

Deserto

Deserto - por Anônimo "A esperança de um grande final feliz machuca as pessoas. Ela serve de base para a dor que sentirão quando se desiludirem. Porque, honesta­ mente, quem de nós acredita num final feliz hoje em dia? Quantas foram consumidas pelo esforço que implica se recon­ciliar com a fé cega de mudar o mundo com a realidade que nos cerca? No entanto, apesar de nos desiludirmos – com a revolução global, com nossa capacidade de parar as mu­danças climáticas – isto não deveria alterar nossa natureza anarquista nem o amor que sentimos pela natureza como anarquistas. Ainda assim exis­tem muitas possibilidades para a liberdade e o selvagem. Quais são algumas dessas possibilidades e como pode­mos vivê­-las? O que poderia significar ser anarquista, ecolo­gista, quando a revolução global e a sustentabilidade so­cioecológica não são o obje­tivo principal? Que objetivos, que planos, que vidas, que aventuras permanecem quando deixamos de lado as ilusões e caminhamos pelo mundo já não padecendo a in­ capacitação gerada pela de­silusão, mas sim livres de sua carga?

26/06/2019
ResistênciasAgroecologiaanarquismo +4
Deserto

Deserto

Deserto - por Anônimo "A esperança de um grande final feliz machuca as pessoas. Ela serve de base para a dor que sentirão quando se desiludirem. Porque, honesta­ mente, quem de nós acredita num final feliz hoje em dia? Quantas foram consumidas pelo esforço que implica se recon­ciliar com a fé cega de mudar o mundo com a realidade que nos cerca? No entanto, apesar de nos desiludirmos – com a revolução global, com nossa capacidade de parar as mu­danças climáticas – isto não deveria alterar nossa natureza anarquista nem o amor que sentimos pela natureza como anarquistas. Ainda assim exis­tem muitas possibilidades para a liberdade e o selvagem. Quais são algumas dessas possibilidades e como pode­mos vivê­-las? O que poderia significar ser anarquista, ecolo­gista, quando a revolução global e a sustentabilidade so­cioecológica não são o obje­tivo principal? Que objetivos, que planos, que vidas, que aventuras permanecem quando deixamos de lado as ilusões e caminhamos pelo mundo já não padecendo a in­ capacitação gerada pela de­silusão, mas sim livres de sua carga?

26/06/2019
ResistênciasAgroecologiaanarquismo +4
Con nuestros propios esfuerzos - algunas experiencias

Con nuestros propios esfuerzos - algunas experiencias

26/06/2019
mascara-totem archangeluz

mascara-totem archangeluz

em formato mascara-totem ‘archangeluz renouveautiq’, de la série « les dieux inachevées », in Archétextures, 2015.

14/11/2017
poema núcleo qo’ontontiq

poema núcleo qo’ontontiq

poema núcleo qo’ontontiq, por Andereh, in Archécritures, novembro 2015.

14/11/2017
núcleo qo’ontontiq

núcleo qo’ontontiq

núcleo qo’ontontiq, in Archétessitures, 2015.

14/11/2017
archangeluz renouveautiq

archangeluz renouveautiq

‘archangeluz renouveautiq’, de la série « les dieux inachevées », in Archétextures, 2015.

14/11/2017
poema archangeluz renouveautiq

poema archangeluz renouveautiq

Andereh, in Archécritures, novembro 2015.

14/11/2017
Muda de Baobá

Muda de Baobá

Muda de Baobá com 1 ano de vida e mais de 1m de altura

09/12/2016
baobámudasplantas
Sementes de jatobá

Sementes de jatobá

17/11/2016
plantassementes
Amaranto

Amaranto

Amaranto em flor

17/11/2016
flores de são beneditocomestívelplantas
Implantacao de manejo agroflorestal

Implantacao de manejo agroflorestal

Joachim Milz. Serviço alemão de cooperação técnica e social – DED. Alto Beni, Yucumo y Rurrenabaque – Bolivia. 1997. Em espanhol.

27/08/2015
Mangaba

Mangaba

Mangaba é uma árvore leitosa, cujos frutos amadurecem entre setembro e novembro (no final da estação seca). Planaltina/GO.

12/08/2015
cerradofrutaárvore +1
Mangaba

Mangaba

Mangaba é uma árvore leitosa, cujos frutos amadurecem entre setembro e novembro (no final da estação seca). Planaltina/GO.

12/08/2015
cerradofrutaárvore +1
Mangaba

Mangaba

Mangaba é uma árvore leitosa, cujos frutos amadurecem entre setembro e novembro (no final da estação seca). Planaltina/GO.

12/08/2015
cerradofrutaárvore +1
Mangaba

Mangaba

Mangaba é uma árvore leitosa, cujos frutos amadurecem entre setembro e novembro (no final da estação seca). Planaltina/GO.

12/08/2015
cerradofrutaárvore +1
Construção de canteiros em nível  - adicionando cobertura

Construção de canteiros em nível - adicionando cobertura

Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.

12/08/2015
agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Construção de canteiros em nível  - adicionando cobertura

Construção de canteiros em nível - adicionando cobertura

Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.

12/08/2015
agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Construção de canteiros em nível  - adicionando cobertura

Construção de canteiros em nível - adicionando cobertura

Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.

12/08/2015
agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Construção de canteiros em nível  - detalhe da mureta que segura o nível

Construção de canteiros em nível - detalhe da mureta que segura o nível

Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.

12/08/2015
agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Construção de canteiros em nível  - detalhe da mureta que segura o nível

Construção de canteiros em nível - detalhe da mureta que segura o nível

Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.

12/08/2015
agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Construção de canteiros em nível  - finalizado com cobertura

Construção de canteiros em nível - finalizado com cobertura

Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.

12/08/2015
agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Construção de canteiros em nível  - finalizado com cobertura

Construção de canteiros em nível - finalizado com cobertura

Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.

12/08/2015
agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Construção de canteiros em nível  - preparado para receber cobertura

Construção de canteiros em nível - preparado para receber cobertura

Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.

12/08/2015
agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

Baru e outras árvores de ciclo longo plantadas no meio do abacaxi Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

A área do experimento é cercada por canteiros quebra-vento, com abacaxi, eucalipto (que é podado em altura desejada, no caso, 5m) e outros adubos verdes; entre os abacaxis, são plantadas árvores frutíferas de ciclo longo, como o baru. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

A área do experimento é cercada por canteiros quebra-vento, com abacaxi, eucalipto (que é podado em altura desejada, no caso, 5m) e outros adubos verdes; entre os abacaxis, são plantadas árvores frutíferas de ciclo longo, como o baru; nessa foto, é possível visualizar o guapuruvu, plantado junto aos eucaliptos para produção de cobertura / adubo verde, sendo cortados após determinado tempo. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

No interior do cultivo, outras linhas com composições variadas são instaladas. No caso, podem ser vistas linhas com abacaxis e frutíferas e bananeiras conjuntamente com capim colonião para corte e produção de adubo verde. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

Vista no interior da agrofloresta, com guapuruvu e espécies nativas do cerrado em conjunto com eucalipto e frutíferas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +2
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

Abacaxi e baru em canteiro. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

Detalhe de canteiro quebra vento, com abacaxi, eucalipto, baru e espécies de adubo verde. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

Canteiro com gueroba, baru, batata doce, ipê. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

Abacaxi, eucalipto, leucena e baru em canteiro. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +2
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

Vista geral da área, podendo-se visualizar a linha de canteiros quebra vento, linha de bananeiras e outras linhas internas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

Vista geral da área, podendo-se visualizar a linha de canteiros quebra vento, linha de bananeiras e outras linhas internas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

Vista geral da área, podendo-se visualizar a linha de canteiros quebra vento, linha de bananeiras e outras linhas internas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Neste chão tudo dá

Neste chão tudo dá

Versão reduzida do documentário realizado por Felipe Pasini, Ilana Nina e Monica Soffiatti. "Neste Chão Tudo Dá - semeando conhecimento e colhendo resultados" é um registro informal realizado durante uma viagem pela Bahia sobre o trabalho e o pensamento do agricultor e pesquisador Ernst Gotsch. Além disso, ainda conhecemos a vida de agricultores que conseguiram aumentar a qualidade de vida de suas familias através da prática agroflorestal

17/07/2015
agroecologiaagroflorestabahia +3
Índios mundukuru: tecendo a resistência

Índios mundukuru: tecendo a resistência

O governo brasileiro está planejando construir um grande número de barragens hidrelétricas nos rios da Amazônia, destruindo a biodiversidade e interrompendo o modo de vida de milhares de índios e populações locais. Agora que as obras da gigante barragem de Belo Monte, no rio Xingu, estão a todo vapor, o governo está avançando com o seu próximo grande projeto - uma série de barragens no rio Tapajós. Mas os mais de 12.000 índios Munduruku, temidos como guerreiros, vivem nessa região e estão se mobilizando. O documentário mostra a vida em uma aldeia Munduruku, onde as tarefas tradicionais são praticadas diariamente e as crianças crescem com uma liberdade admirável. O filme documenta o crescimento de sua resistência, que de diferentes formas sempre existiu, inclusive entre as mulheres, que têm papel fundamental nessa luta, e que agora também estão se levantando como guerreiras na articulação contra as barragens hidrelétricas. _____________________________ Este documetário foi produzido de forma independente, com apoio de algumas organizações, grupos da região do Tapajós e lideranças Munduruku. Toda a pós-produção foi executada graças ao trabalho colaborativo e em solidariedade à luta do povo Munduruku. | Ficha técnica | Reino Unido/Brasil, 25min Dir.: Nayana Fernandez Produção: Sue Branford, Mauricio Torres e Nayana Fernandez Camera / Som: Nayana Fernandez Edição: Nayana Fernandez e Jason Brooks Edição de Som: Aquiles Pantaleão e Michal Kuligowski Desenho de Som: Michal Kuligowski Graficos: Mariana Delellis Música: “Whispers” – Por Kushal Gaya e Jenny Sutton / "Mi Corazón" por Kike Pinto Imagens adicionais: Índios Munduruku (aldeia Teles Pires), Emilio Días (aéreas), Alejo Sabugo (aldeia Restinga) _____________________________ "Índios Munduruku: Tecendo a Resistência", de MiráPorã, está registrado sob licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 - International License

06/07/2015
povos indígenasíndiosdocumentário
 d826e00e-a1f1-4b3f-8b9c-1a8e1c6b1cfe

d826e00e-a1f1-4b3f-8b9c-1a8e1c6b1cfe

Amitayus Mandala

27/05/2015
Tipos de redes

Tipos de redes

Tipos de redes - centralizada - descentralizada - distribuída

27/05/2015
distribuídoinfrainternet +1
Milho laranja/vermelho

Milho laranja/vermelho

Milho. Zea mays. Origem: São Paulo/SP. Colheita: 2011 A palha varia entre amarela e roxa.

27/05/2015
banco de sementessementes
Crotalária Juncea

Crotalária Juncea

Origem: Sobradinho/DF. Colheita: Mai/2015

27/05/2015
adubo verdebanco de sementessementes
Sorgo

Sorgo

Origem: Sobradinho/DF. Colheita: Mai/2015

27/05/2015
banco de sementes
Erva doce

Erva doce

Erva doce, funcho. Foeniculum vulgare. Origem: Sobradinho/DF. Colheita: Fev/2015

27/05/2015
banco de sementes
Milho amarelo

Milho amarelo

Milho. Zea mays. Origem: Terravista - Arataca/BA. Colheita: Nov/2014

27/05/2015
banco de sementes
Mucuna branca

Mucuna branca

Origem: Sobradinho/DF. Colheita: Mai/2015

27/05/2015
banco de sementessementes
Milho de pipoca branco

Milho de pipoca branco

Milho. Zea mays. Origem: São Sebastião/DF. Colheita: 2014

27/05/2015
banco de sementes
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