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Baobáxia
Baobáxia
História
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Galáxias de Baobás
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Rede Mocambos
Kalakuta
Casa de Cultura Tainã
07 de fev. de 2017
comunidade quilombola Bau.3
A Rota dos Baobás prosseguiu passando também pelo Estado de Minas Gerais em Janeiro de 2017, onde realizou primeiros contatos com os estudantes de Educação no Campo na Universidade Federal de Minas Gerais, pensando junto com el@s a possibilidade de criar um núcleo de formação continuada dentro da universidade, pra possibilitar que esses jovens se apropriem de tecnologias livres para aplicar em suas comunidades que em sua grande maioria, são quilombolas. Fomos em três comunidades quilombolas no Território de Diamantina, sendo elas: Quilombo do Espinho; Quilombo Vagem do Inhaí e Comunidade quilombola do Baú. Nelas trocamos saberes, abraços, ideias e sementes que ficaram, viera e vão continuar sendo espalhadas e cultivadas por diversas comunidades.
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02 de ago. de 2026
Casa de Cultura Tainã
História da Casa desde 1989 até hoje
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12 de ago. de 2026
Projeto Tambores e Comunicação
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11 de jan. de 2016
Redes Federadas Eventualmente Conectadas
Esta monografia, que nasce de uma experiencia direta, pesquisa tecnologias para uma rede "federada" de comunidades quilombolas, focada na autonomia e na liberdade. O trabalho propõe uma arquitetura e um protótipo para uma "rede federada eventualmente conectada" onde os vínculos técnicos principais são a banda e a disponibilidade da conexão. O protótipo é um sistema para sincronizar conteúdos multimídia entre servidores locais, baseado no software git-annex. Os conteúdos são gerenciados através de site locais, baseados em Django, e autenticados em servidores LDAP. Para clonar o repositório da monografia (selecionar o branch pt-br): git clone git://github.com/RedeMocambos/mocambos-tesi-vt.git
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17 de set. de 2014
Apresentação do Baobáxia
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19 de dez. de 2020
Baobáxia Layers
Camadas do Baobáxia em forma de arvore
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07 de ago. de 2014
Inauguração do NPDD no Mercado Sul
Batucada na inauguração do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital da Rede Mocambos.
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17 de jun. de 2015
Pajelança Quilombólica Digital - Territórios Digitais Livres
Pajelança na Casa Tainã para lançamento e oficinas sobre o sistema Baobáxia, desenvolvido pela Rede Mocambos. Presentes representantes da rede vind@s de todo Brasil, que voltam com a missão de semear 'mucuas' em várias comunidades. Também o grupo Terreiro do Tambu, com a brincadeira 'batuque de umbigada', uma tradição adormecida há 50 anos, em Rio Claro-SP, veio gravar seu CD.
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04 de nov. de 2016
Cartaz Dpadua - Unindo Quilombos
Lembranças do Dpadua impressas na inauguração do NPDD em 11/12/13.
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10 de mai. de 2015
Materia TVB - Rede Mocambos: uma nova forma de promover a comunicação
A tecnologia independente e democrática funciona sem o uso da internet e pretende integrar as diferentes comunidades de povos tradicionais brasileiros. Materia da TVB - TV Reconrd gravada durante a Pajelança Quilombólica Digital de Abril 2015, Territorios Digitais Livres.
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15 de dez. de 2016
Rota Cuba 2016
Cuba - Visita a San Antonio de los Banos e a Casa d'Africa em Habana. Fevereiro 2016
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09 de fev. de 2016
Baobáxia, the Galaxy of Baobab Trees
Video da palestra sobre Baobáxia na conferência FOSDEM em Bruselas, Bélgica, dia 31 de janeiro de 2016.
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27 de out. de 2015
Tainã/Baobáxia/Mídia Livre
Homenagem da Tainã/Rede Mocambos aos parceiros que trabalham e lutam pela apropriação tecnológia, pela criação de territórios digitais livres, pela preservação e democratização do conhecimento livre, e pela coragem de transpor limites. BaobÁfricanizando, sempre!!! Asé
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05 de fev. de 2017
Instalação da Mucua Caramuru
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29 de fev. de 2020
Teia 2020 Espaço Baobáxia
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17 de jul. de 2023
Afrociberdelia Mocamba Baobaxia na Rota Digital do Campinho da Independencia
Fruto da junção entre “baobá” e “galáxia”, Baobáxia é um sistema digital livre criado para permitir o armazenamento e compartilhamento de materiais multimídias por locais com pouco ou nenhum acesso à internet. Desenhada por integrantes e parceiros da Rede Mocambos, essa plataforma faz parte da jornada educativa praticada pela Casa de Cultura Tainã com quilombolas, indígenas, caiçaras e assentamentos sobre apropriação tecnológica digital. Voltado para funcionar principalmente com comunidades rurais, esse software livre sincroniza informações de forma descentralizada a partir da internet, quando disponível, e/ou pela troca de dados entre as pessoas que circulam com o programa instalado em algum dispositivo móvel. Seu processo de implementação assumiu a dinâmica de andanças pelos territórios e ganhou o nome de “Baobáxia na Rota dos Baobás” por incorporar saberes ancestrais com plantio de mudas da árvore milenar africana nos encontros de diálogos tecnológicos. Com o sistema Baobáxia instalado no quilombo Campinho da Independência, como um parceiro da rede, esta pesquisa buscou explorar caminhos para identificar como o trabalho promovido pela Rede Mocambos, em articulação de comunidades tradicionais e políticas públicas, foi ou não assimilado no Campinho em seu contexto digital. Partindo de uma revisão bibliográfica sobre a formação da internet, o caso programa GESAC para áreas rurais e o Programa Cultura Viva, este trabalho também agregou visitas de campo, entrevistas, análises de bases de dados e conteúdos digitais. Com apoio de autores que trabalham redes sociais, como Barnes e Bott, e teóricos que trabalham com apropriação tecnológica, como Fouché e Eglash, este trabalho trata-se de uma exploração inicial sobre o tema que envolve redes multiculturais de pessoas e saberes na apropriação conjunta de tecnologias comuns. A synthesis of words “baobab” and “galaxy”, Baobáxia is a free digital system created to allow the storage and sharing of multimedia materials by places with restrictions or no access to the internet. Designed by members and partners of Rede Mocambos, this platform is part of the educational journey practiced by Casa de Cultura Tainã with quilombolas, indigenous, caiçaras and small farmers on digital technological appropriation. Designed to work mainly with rural communities, this free software synchronizes information in a decentralized way from the internet, when available, and/or from the data exchange between people who circulate with the program installed on some mobile device. Its implementation process assumed the dynamics of wanderings across the territories and earned the name "Baobáxia on the Route of the Baobabs" for incorporating the planting of seedlings of the ancient African tree through meetings of technological dialogues. With baobáxia system installed in quilombo Campinho da Independência, as a partner of the network, this research sought to explore ways to identify how the work promoted by the Rede Mocambos, in articulation of traditional communities and public policies, was or was not assimilated in Campinho in its context digital. Started with a bibliographic review on the formation of the internet, the case of the GESAC program for rural areas and the Cultura Viva program, this work also included field visits, interviews, analysis of databases and digital content. With the support of authors who work with social networks, such as Barnes and Bott, and theorists who work with technologies made by technologically marginalized populations, such as Fouché and Eglash, this work is an initial exploration on the theme that involves a multicultural network of people and knowledge in the joint appropriation of common technologies. Autor: Daniel Cardoso de Andrade
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16 de jul. de 2023
A terrestrial Internet from the quilombos
Este artigo, baseado em trabalho de campo etnográfico, examina a origem e o desenvolvimento da Baobáxia, uma rede digital para compartilhamento de conteúdos produzidos em comunidades. A Baobáxia surgiu no Brasil em comunidades quilombolas no início dos anos 2000 expandindo-se para outros grupos marginalizados na América do Sul, África e Europa. Focamos no papel essencial que a árvore baobá exerce nessa rede, levantando a questão dos recursos materiais que sustentam a Internet e o capitalismo digital. Em nossa análise, a Baobáxia exemplifica uma “Internet terrestre” que expõe a ilusão capitalista de desmaterialização e revela uma abordagem diferente para o desenvolvimento de tecnologia em meio às crises ambientais planetárias recentes. O artigo demonstra a articulação dos conhecimentos ancestrais com as novas tecnologias na concepção e construção da Baobáxia, uma rede adaptável às condições geográficas, ecológicas e infraestruturais, fomentando a resistência, autonomia e sustentabilidade comunitária. O desenvolvimento da Baobáxia, historicamente enraizada e voltada para o futuro, é um experimento esclarecedor na exploração e compartilhamento de maneiras de criar mundos que sustentam vida. Nosso estudo sobre essa evolução transatlântica do baobá, nos últimos cinco séculos, desafia o quadro espaço-temporal frequentemente limitado da pesquisa etnográfica. Desta forma, defendemos uma abertura metodológica para perspectivas alternativas de interlocutores etnográficos para orientar a compreensão acadêmica sobre o mundo. Autores: Shaozeng Zhang, Mariana Ribeiro Porto Araujo Ana Carolina de Assis Nunes
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28 de jun. de 2023
Mucua Auwe projeta @ LABA
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04 de set. de 2022
Oficina Baobáxia
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07 de nov. de 2023
AldeiaWedera_DCCL_2
Encontro na Aldeia Wede'rã pra implantação do Data Center Comunitário Livre em setembro de 2022, junto com a comunidade Xavante.
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18 de fev. de 2022
Oficina Territórios Digitais Livres - Baobáxia
Oficina da Escola Livre Mercado Sul: Territórios Digitais Livres - Baobáxia
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