mocambola
layla@abdias.mocambos.net
Saberes de mocambola
Mudando de Pele
Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega
Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega
Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega
Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega
Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega
Mudando de Pele - Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega
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Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega
Aula de Steel- Monangambê
Tambores de Aço
Steel Pan
1951 – Trinidad All Steel Percussion Orchestra (TAPSO) Performs at the 1951 “Festival of Britain” O tambor de aço evoluiu a partir de práticas musicais antigas dos descendentes de africanos de Trinidad. O tambor era usado como forma de comunicação entre os africanos escravizados e foi posteriormente proibido pelo governo colonial britânico em 1883. Embora muitos instrumentos tenham passado por algum grau de evolução nos últimos anos, o tambor de aço tem a distinção de ser o único instrumento verdadeiramente "inventado" no século XX. Os primeiros instrumentos desenvolvidos na evolução do steel pan foram os Tamboo Bamboo, baquetas afináveis feitas de madeira de bambu. Estas eram batidas no chão com outras baquetas para produzir som.
Monangambê - Tambores de Aço
Ana Karina Sebastião e Layla
Tambores de Aço - crianças
Tambores de Aço
Tambores de Aço - turma dos adultos
Tambores de Aço
Tambores de Aço - benlion
Steel Pan
1951 – Trinidad All Steel Percussion Orchestra (TAPSO) Performs at the 1951 “Festival of Britain” O tambor de aço evoluiu a partir de práticas musicais antigas dos descendentes de africanos de Trinidad. O tambor era usado como forma de comunicação entre os africanos escravizados e foi posteriormente proibido pelo governo colonial britânico em 1883. Embora muitos instrumentos tenham passado por algum grau de evolução nos últimos anos, o tambor de aço tem a distinção de ser o único instrumento verdadeiramente "inventado" no século XX. Os primeiros instrumentos desenvolvidos na evolução do steel pan foram os Tamboo Bamboo, baquetas afináveis feitas de madeira de bambu. Estas eram batidas no chão com outras baquetas para produzir som.
Layla tocando Kora
Layla tocando Kora
Ngoni Layla
Improviso no Sesc INstrumental, 02/04/2024 com grupo Horoyá
Ngoni Layla
layla - tambor de aço interlúdio
layla - tambor de aço interlúdio
Instrumentalists_Layla (video-converter.com)
Sabar Layla e Maissa
Dejerejef sãma xarid. Eu e Maissa, amigo senegalês estudando o rítmo N'deti. Agradeço aos que nos antecedem, seguimos tocando!!
Instalação do Data Center Comunitário na aldeia Wede'rã - Território Xavante
Montagem e instalação do um Data Center Comunitário Livre na aldeia Wede’rã (esse equipamento possibilita um grande espaço de armazenamento e processamento digital e compõe nossa rede de data centers comunitários livres). É sobre ter controle das tecnologias digitais e ter seguro os saberes dos povos e territórios de resistência. Terra, água e comunicação é poder.
Instalação do Data Center Comunitário na aldeia Wede'rã - Território Xavante
TC, Cassique Cipassé e as crianças da aldeia Wede'rã com o baobá recém chegado da Casa de Cultura Tainã Registro do processo de Montagem e instalação do um Data Center Comunitário Livre na aldeia Wede’rã (esse equipamento possibilita um grande espaço de armazenamento e processamento digital e compõe nossa rede de data centers comunitários livres). É sobre ter controle das tecnologias digitais e ter seguro os saberes dos povos e territórios de resistência. Terra, água e comunicação é poder.
Instalação do Data Center Comunitário na aldeia Wede'rã - Território Xavante
Montagem e instalação do um Data Center Comunitário Livre na aldeia Wede’rã (esse equipamento possibilita um grande espaço de armazenamento e processamento digital e compõe nossa rede de data centers comunitários livres). É sobre ter controle das tecnologias digitais e ter seguro os saberes dos povos e territórios de resistência. Terra, água e comunicação é poder.
Instalação do Data Center Comunitário na aldeia Wede'rã - Território Xavante
Montagem e instalação do um Data Center Comunitário Livre na aldeia Wede’rã (esse equipamento possibilita um grande espaço de armazenamento e processamento digital e compõe nossa rede de data centers comunitários livres). É sobre ter controle das tecnologias digitais e ter seguro os saberes dos povos e territórios de resistência. Terra, água e comunicação é poder.
Kayo Bwerani
Improviso de Kayo Bwerani filmado por sua irmã Layla no ano de 2020
Quitutes e Batuques
Encontro de Saberes - Quitutes e Batuques
Fios de Memória
Na busca de reconexão com nossas ancestralidades, Seguimos a pulsação das Áfricas que carregamos no corpo e na alma. Seguimos pela afro-diáspora tecendo nossa história com nossos Fios de Memória. "Africa minha Africa, Africa que conta meus avós, eu nunca te conheci mas te carrego dentro de mim" ( Poema de David Diop adaptado por TC Silva )
Layla - Nina Simone
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos
Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos
Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos
Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos
Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos
Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos
Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos
Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos
Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos
Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos
Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos
Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Tainã 29 Anos
Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018
Canto pra Alceu
Napoli Itália
Canto pra Alceu
Napoli Itália
Encontro de fortalecimento
Encontro de Fortalecimento
Encontro de Fortalecimento
Encontro de Fortalecimento
Encontro de Fortalecimento
Batuque, memória e Educação
Batuque, memória e Educação
Batuque, memória e Educação
Batuque, memória e Educação
Batuque, memória e Educação
Batuque, memória e Educação
Batuque, memória e Educação
Batuque, memória e Educação
Batuque, memória e Educação
Batuque, memória e Educação
Batuque, memória e Educação
Batuque, memória e Educação
Batuque, memória e Educação
Batuque, memória e Educação
Batuque, memória e Educação
Batuque, memória e Educação
Batuque, memórias e Saberes
Batuque, memórias e Saberes
Batuque, memórias e Saberes
Batuque, memórias e Saberes
Gravação do clipe Soul Zulu
Gravação do clipe Soul Zulu
Gravação do clipe Soul Zulu
Gravação do clipe Soul Zulu
Gravação do clipe Soul Zulu
Gravação do clipe Soul Zulu
Gravação do clipe Soul Zulu
Gravação do clipe Soul Zulu
Gravação do clipe Soul Zulu
Gravação do clipe Soul Zulu
Gravação do clipe Soul Zulu
Gravação do clipe Soul Zulu
Gravação do clipe Soul Zulu
Gravação do clipe Soul Zulu
Gravação do clipe Soul Zulu
Gravação do clipe Soul Zulu
Gravação do clipe Soul Zulu
Gravação do clipe Soul Zulu
Gravação do clipe Soul Zulu
Gravação do clipe Soul Zulu
Plantio de feijão na fazenda Roseira
Plantio de feijão na fazenda Roseira
Plantio de feijão na fazenda Roseira
Plantio de feijão na fazenda Roseira
Plantio de feijão na fazenda Roseira
Plantio de feijão na fazenda Roseira
Plantio de feijão na fazenda Roseira
Brasil Senegal
Brasil Senegal
Território Escola
Território Escola
Território Escola
Território Escola
Apresentação da Id Bras à comunidade
Apresentação da Id Bras à comunidade
Apresentação da Id Bras à comunidade
Reunião de Esclarecimento
27/02/18
Reunião de Esclarecimento
27/02/18
Reunião de Esclarecimento
27/02/18
Reunião de Escurecimento
27/02/18
Reunião de Esclarecimento
27/02/18
Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas
No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.
Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas
No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.
Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas
No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.
Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas
No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.
Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas
No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.
Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas
No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.
Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas
No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.
Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas
No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.
Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas
No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.
Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas
No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.
Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas
No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.
30 anos de Urucungos
Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público.
30 anos de Urucungos
Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público.
Sinhá nos 30 anos de Urucungos
Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público.
30 anos de Urucungos
Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público.
30 anos de Urucungos
Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público.
30 anos de Urucungos
Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público.
30 anos de Urucungos
Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público.
30 anos de Urucungos
Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público.
30 anos de Urucungos
Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público.
