mocambola

layla@abdias.mocambos.net

Saberes de mocambola

Layla e Taís Araujo em Mudando de Pele

Layla e Taís Araujo em Mudando de Pele

08/05/2026
Mudando de Pele

Mudando de Pele

06/05/2026
 Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega

Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega

02/05/2026
 Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega

Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega

02/05/2026
 Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega

Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega

02/05/2026
 Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega

Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega

02/05/2026
 Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega

Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega

02/05/2026
Mudando de Pele - Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega

Mudando de Pele - Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega

02/05/2026
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5A0A8741

Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega

02/05/2026
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Aula de Steel- Monangambê

Aula de Steel- Monangambê

07/07/2025
Tambores de Aço

Tambores de Aço

16/06/2025
Orquestra Tambores de Aço
Steel Pan

Steel Pan

1951 – Trinidad All Steel Percussion Orchestra (TAPSO) Performs at the 1951 “Festival of Britain” O tambor de aço evoluiu a partir de práticas musicais antigas dos descendentes de africanos de Trinidad. O tambor era usado como forma de comunicação entre os africanos escravizados e foi posteriormente proibido pelo governo colonial britânico em 1883. Embora muitos instrumentos tenham passado por algum grau de evolução nos últimos anos, o tambor de aço tem a distinção de ser o único instrumento verdadeiramente "inventado" no século XX. Os primeiros instrumentos desenvolvidos na evolução do steel pan foram os Tamboo Bamboo, baquetas afináveis ​​feitas de madeira de bambu. Estas eram batidas no chão com outras baquetas para produzir som.

16/06/2025
Monangambê - Tambores de Aço

Monangambê - Tambores de Aço

16/06/2025
tambores de aço
Ana Karina Sebastião e Layla

Ana Karina Sebastião e Layla

16/06/2025
Steel Drumtambor de aço
Tambores de Aço - crianças

Tambores de Aço - crianças

16/06/2025
Tambores de aço
Tambores de Aço

Tambores de Aço

16/06/2025
Tambores de Aço - turma dos adultos

Tambores de Aço - turma dos adultos

16/06/2025
Tambores de Aço

Tambores de Aço

16/06/2025
Tambores de Aço - benlion

Tambores de Aço - benlion

16/06/2025
Steel Pan

Steel Pan

1951 – Trinidad All Steel Percussion Orchestra (TAPSO) Performs at the 1951 “Festival of Britain” O tambor de aço evoluiu a partir de práticas musicais antigas dos descendentes de africanos de Trinidad. O tambor era usado como forma de comunicação entre os africanos escravizados e foi posteriormente proibido pelo governo colonial britânico em 1883. Embora muitos instrumentos tenham passado por algum grau de evolução nos últimos anos, o tambor de aço tem a distinção de ser o único instrumento verdadeiramente "inventado" no século XX. Os primeiros instrumentos desenvolvidos na evolução do steel pan foram os Tamboo Bamboo, baquetas afináveis ​​feitas de madeira de bambu. Estas eram batidas no chão com outras baquetas para produzir som.

12/05/2025
Layla tocando Kora

Layla tocando Kora

25/03/2025
Layla tocando Kora

Layla tocando Kora

25/03/2025
Ngoni Layla

Ngoni Layla

Improviso no Sesc INstrumental, 02/04/2024 com grupo Horoyá

21/04/2024
ngonilayla
Ngoni Layla

Ngoni Layla

21/04/2024
ngonilayla
layla - tambor de aço interlúdio

layla - tambor de aço interlúdio

31/08/2023
layla - tambor de aço interlúdio

layla - tambor de aço interlúdio

31/08/2023
Instrumentalists_Layla (video-converter.com)

Instrumentalists_Layla (video-converter.com)

31/08/2023
Sabar Layla e Maissa

Sabar Layla e Maissa

Dejerejef sãma xarid. Eu e Maissa, amigo senegalês estudando o rítmo N'deti. Agradeço aos que nos antecedem, seguimos tocando!!

23/02/2023
jovenspretostocandotamborsabarsenegal
Instalação do Data Center Comunitário na aldeia Wede'rã - Território Xavante

Instalação do Data Center Comunitário na aldeia Wede'rã - Território Xavante

Montagem e instalação do um Data Center Comunitário Livre na aldeia Wede’rã (esse equipamento possibilita um grande espaço de armazenamento e processamento digital e compõe nossa rede de data centers comunitários livres). É sobre ter controle das tecnologias digitais e ter seguro os saberes dos povos e territórios de resistência. Terra, água e comunicação é poder.

05/11/2022
Projeto SiwaziRede MocambosTerritório Pimentel Barbosa +4
Instalação do Data Center Comunitário na aldeia Wede'rã - Território Xavante

Instalação do Data Center Comunitário na aldeia Wede'rã - Território Xavante

TC, Cassique Cipassé e as crianças da aldeia Wede'rã com o baobá recém chegado da Casa de Cultura Tainã Registro do processo de Montagem e instalação do um Data Center Comunitário Livre na aldeia Wede’rã (esse equipamento possibilita um grande espaço de armazenamento e processamento digital e compõe nossa rede de data centers comunitários livres). É sobre ter controle das tecnologias digitais e ter seguro os saberes dos povos e territórios de resistência. Terra, água e comunicação é poder.

05/11/2022
Instalação do Data Center Comunitário na aldeia Wede'rã - Território Xavante

Instalação do Data Center Comunitário na aldeia Wede'rã - Território Xavante

Montagem e instalação do um Data Center Comunitário Livre na aldeia Wede’rã (esse equipamento possibilita um grande espaço de armazenamento e processamento digital e compõe nossa rede de data centers comunitários livres). É sobre ter controle das tecnologias digitais e ter seguro os saberes dos povos e territórios de resistência. Terra, água e comunicação é poder.

05/11/2022
Projeto SiwaziRede MocambosXavantes +5
Instalação do Data Center Comunitário na aldeia Wede'rã - Território Xavante

Instalação do Data Center Comunitário na aldeia Wede'rã - Território Xavante

Montagem e instalação do um Data Center Comunitário Livre na aldeia Wede’rã (esse equipamento possibilita um grande espaço de armazenamento e processamento digital e compõe nossa rede de data centers comunitários livres). É sobre ter controle das tecnologias digitais e ter seguro os saberes dos povos e territórios de resistência. Terra, água e comunicação é poder.

05/11/2022
Data Center Comunitário LivreProjeto SiwaziTerritório Pimentel Barbosa +5
Kayo Bwerani

Kayo Bwerani

Improviso de Kayo Bwerani filmado por sua irmã Layla no ano de 2020

15/05/2022
Kayofreestylehip-hop +2
Quitutes e Batuques

Quitutes e Batuques

Encontro de Saberes - Quitutes e Batuques

26/10/2021
batucadamúsicaCasa de Cultura Tainã +2
Fios de Memória

Fios de Memória

Na busca de reconexão com nossas ancestralidades, Seguimos a pulsação das Áfricas que carregamos no corpo e na alma. Seguimos pela afro-diáspora tecendo nossa história com nossos Fios de Memória. "Africa minha Africa, Africa que conta meus avós, eu nunca te conheci mas te carrego dentro de mim" ( Poema de David Diop adaptado por TC Silva )

02/01/2021
Brasil Senegalbatasfios de memoria +4
Layla - Nina Simone

Layla - Nina Simone

31/03/2019
AfricaCasa de Cultura TainãFelling Good +3
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência

22/12/2018
Tainã 29 anos
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência

22/12/2018
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência

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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência

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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência

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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência

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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência

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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência

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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência

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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência

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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência

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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência

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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência

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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência

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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência

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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência

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Tainã 29 anos
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29 anos de Patrimonio Memória e Resistência

22/12/2018
Tainã 29 anos
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina

16/12/2018
Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina

16/12/2018
Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina

16/12/2018
Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina

16/12/2018
Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

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Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina

16/12/2018
Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina

16/12/2018
Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina

16/12/2018
Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina

16/12/2018
Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

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Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina

16/12/2018
Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina

16/12/2018
Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos

Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina

16/12/2018
Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Tainã 29 Anos

Tainã 29 Anos

Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

16/12/2018
Tainã 29 anos
Tainã 29 Anos

Tainã 29 Anos

Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

16/12/2018
Tainã 29 anos
Tainã 29 Anos

Tainã 29 Anos

Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

16/12/2018
Tainã 29 anos
Tainã 29 Anos

Tainã 29 Anos

Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

16/12/2018
Tainã 29 anos
Tainã 29 Anos

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Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

16/12/2018
Tainã 29 anos
Tainã 29 Anos

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Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

16/12/2018
Tainã 29 anos
Tainã 29 Anos

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Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

16/12/2018
Tainã 29 anos
Tainã 29 Anos

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Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

16/12/2018
Tainã 29 anos
Tainã 29 Anos

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Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

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Tainã 29 anos
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Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

16/12/2018
Tainã 29 anos
Tainã 29 Anos

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Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

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Tainã 29 anos
Tainã 29 Anos

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Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

16/12/2018
Tainã 29 anos
Tainã 29 Anos

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Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

16/12/2018
Tainã 29 anos
Tainã 29 Anos

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Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

16/12/2018
Tainã 29 anos
Tainã 29 Anos

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Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

16/12/2018
Tainã 29 anos
Tainã 29 Anos

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Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

16/12/2018
Tainã 29 anos
Tainã 29 Anos

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Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

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Tainã 29 anos
Tainã 29 Anos

Tainã 29 Anos

Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

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Tainã 29 anos
Tainã 29 Anos

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Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

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Tainã 29 anos
Tainã 29 Anos

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Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018

16/12/2018
Tainã 29 anos
Canto pra Alceu

Canto pra Alceu

Napoli Itália

20/06/2018
Apresentação em NapoliHomenagem a Alceu
Canto pra Alceu

Canto pra Alceu

Napoli Itália

20/06/2018
Apresentação em NapoliHomenagem a Alceu
Encontro de fortalecimento

Encontro de fortalecimento

15/04/2018
Encontro de Articulação
Encontro de Fortalecimento

Encontro de Fortalecimento

15/04/2018
Encontro de Articulação
Encontro de Fortalecimento

Encontro de Fortalecimento

15/04/2018
Encontro de Articulação
Encontro de Fortalecimento

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15/04/2018
Encontro de Articulação
Encontro de Fortalecimento

Encontro de Fortalecimento

15/04/2018
Encontro de Articulação
Batuque, memória e Educação

Batuque, memória e Educação

15/04/2018
Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Batuque, memória e Educação

Batuque, memória e Educação

15/04/2018
Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Batuque, memória e Educação

Batuque, memória e Educação

15/04/2018
Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Batuque, memória e Educação

Batuque, memória e Educação

15/04/2018
Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Batuque, memória e Educação

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15/04/2018
Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Batuque, memória e Educação

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15/04/2018
Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Batuque, memória e Educação

Batuque, memória e Educação

15/04/2018
Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Batuque, memória e Educação

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Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Batuque, memória e Educação

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Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Batuque, memória e Educação

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Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Batuque, memória e Educação

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Batuque, memória e Educação

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Batuque, memória e Educação

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Batuque, memória e Educação

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Batuque, memória e Educação

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Batuque, memórias e Saberes

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Batuque, memórias e Saberes

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Batuque, memórias e Saberes

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Batuque, memórias e Saberes

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Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Gravação do clipe Soul Zulu

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15/04/2018
Casa de Cultura TainãGravação Soul ZuluZulu Jam
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15/04/2018
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Plantio de feijão na fazenda Roseira

Plantio de feijão na fazenda Roseira

13/03/2018
Plantio de feijão na Fazenda Roseira
Plantio de feijão na fazenda Roseira

Plantio de feijão na fazenda Roseira

13/03/2018
Plantio de feijão na Fazenda Roseira
Plantio de feijão na fazenda Roseira

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13/03/2018
Plantio de feijão na Fazenda Roseira
Plantio de feijão na fazenda Roseira

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13/03/2018
Plantio de feijão na Fazenda Roseira
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13/03/2018
Plantio de feijão na Fazenda Roseira
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Brasil Senegal

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13/03/2018
Brasil Senegal
Brasil Senegal

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Brasil Senegal
Território Escola

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13/03/2018
Território Escola
Território Escola

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13/03/2018
Território Escola
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13/03/2018
Território Escola
Território Escola

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13/03/2018
Território Escola
Apresentação da Id Bras à comunidade

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13/03/2018
Apresentação da ID Bras à comunidade
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13/03/2018
Apresentação da ID Bras à comunidade
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13/03/2018
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Reunião de Esclarecimento

Reunião de Esclarecimento

27/02/18

13/03/2018
Reunião de Esclarecimento

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27/02/18

13/03/2018
Reunião de esclarecimento
Reunião de Esclarecimento

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27/02/18

13/03/2018
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Reunião de Escurecimento

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27/02/18

13/03/2018
reuniao de escurecimento
Reunião de Esclarecimento

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27/02/18

13/03/2018
Reunião de esclarecimento
Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas

Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas

No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.

13/03/2018
14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas

Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas

No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.

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14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas

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No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.

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14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas

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No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.

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No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.

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14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
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No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.

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14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
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13/03/2018
14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
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No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.

13/03/2018
14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
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No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.

13/03/2018
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No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.

13/03/2018
14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas

Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas

No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas.

13/03/2018
14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
30 anos de Urucungos

30 anos de Urucungos

Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público.

13/03/2018
Marcha Zumbi 2018 - Consciência Negra30 anos de UrucungosUrucungos Puitas e Quinjengues
30 anos de Urucungos

30 anos de Urucungos

Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público.

13/03/2018
Marcha Zumbi 2018 - Consciência Negra30 anos de UrucungosUrucungos Puitas e Quinjengues
Sinhá nos 30 anos de Urucungos

Sinhá nos 30 anos de Urucungos

Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público.

13/03/2018
Marcha Zumbi 2018 - Consciência Negra30 anos de UrucungosUrucungos Puitas e Quinjengues
30 anos de Urucungos

30 anos de Urucungos

Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público.

13/03/2018
Marcha Zumbi 2018 - Consciência Negra30 anos de UrucungosUrucungos Puitas e Quinjengues
30 anos de Urucungos

30 anos de Urucungos

Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público.

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Marcha Zumbi 2018 - Consciência Negra30 anos de UrucungosUrucungos Puitas e Quinjengues
30 anos de Urucungos

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Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público.

13/03/2018
Marcha Zumbi 2018 - Consciência Negra30 anos de UrucungosUrucungos Puitas e Quinjengues
30 anos de Urucungos

30 anos de Urucungos

Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público.

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30 anos de Urucungos

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Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público.

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Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público.

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