mocambola
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Saberes de mocambola
Baobá no Lago Oeste, Brasília
A muda foi feita em 2015 e permaneceu em um vaso até conseguir ser plantada, em 2019, no Lago Oeste, Brasília, DF
Baobá no Lago Oeste - DF - Brasília
A muda foi feita em 2015 e permaneceu em um vaso até conseguir ser plantada, em 2019, no Lago Oeste, Brasília, DF
A reconstrução ecológica da agricultura
Carlos Armênio Khatounian
Agroflorestando o mundo de facão a trator
5“Quando a Floresta está nua, desprotegida, Mofokari, o ente solar, queima os igarapés e os rios. Ele os seca com sua língua de fogoe engole seus peixes. E quando seus pés se aproximam do chão da floresta, ele endurece e fica ardendo. Nada mais pode brotar nele. Não tem mais raízes e sementes na umidade do solo. As águas fogem para muito longe. Então, o vento que as seguia e nos refrescava como um abano se esconde também. Um calor escaldante paira em todos os lugares. As folhas e flores que ainda estão no chão ressecam e encolhem. Todas as minhocas da terra morrem. O perfume da floresta queima e desaparece. Nada mais cresce. A fertilidade da floresta vai para outras terras” (sabedoria ancestral indígena sobre a floresta e o clima, sabiamente expressa por Davi Kopenawa no prefácio do livroUrihi, a Terra-Floresta Yanomami)
POHÃÑANA:ÑANOMBARETE, TEKOHA, GUARANIHA KAIOWA
TAZ - Zona autônoma temporária
Deserto
Deserto - por Anônimo "A esperança de um grande final feliz machuca as pessoas. Ela serve de base para a dor que sentirão quando se desiludirem. Porque, honesta mente, quem de nós acredita num final feliz hoje em dia? Quantas foram consumidas pelo esforço que implica se reconciliar com a fé cega de mudar o mundo com a realidade que nos cerca? No entanto, apesar de nos desiludirmos – com a revolução global, com nossa capacidade de parar as mudanças climáticas – isto não deveria alterar nossa natureza anarquista nem o amor que sentimos pela natureza como anarquistas. Ainda assim existem muitas possibilidades para a liberdade e o selvagem. Quais são algumas dessas possibilidades e como podemos vivê-las? O que poderia significar ser anarquista, ecologista, quando a revolução global e a sustentabilidade socioecológica não são o objetivo principal? Que objetivos, que planos, que vidas, que aventuras permanecem quando deixamos de lado as ilusões e caminhamos pelo mundo já não padecendo a in capacitação gerada pela desilusão, mas sim livres de sua carga?
Deserto
Deserto - por Anônimo "A esperança de um grande final feliz machuca as pessoas. Ela serve de base para a dor que sentirão quando se desiludirem. Porque, honesta mente, quem de nós acredita num final feliz hoje em dia? Quantas foram consumidas pelo esforço que implica se reconciliar com a fé cega de mudar o mundo com a realidade que nos cerca? No entanto, apesar de nos desiludirmos – com a revolução global, com nossa capacidade de parar as mudanças climáticas – isto não deveria alterar nossa natureza anarquista nem o amor que sentimos pela natureza como anarquistas. Ainda assim existem muitas possibilidades para a liberdade e o selvagem. Quais são algumas dessas possibilidades e como podemos vivê-las? O que poderia significar ser anarquista, ecologista, quando a revolução global e a sustentabilidade socioecológica não são o objetivo principal? Que objetivos, que planos, que vidas, que aventuras permanecem quando deixamos de lado as ilusões e caminhamos pelo mundo já não padecendo a in capacitação gerada pela desilusão, mas sim livres de sua carga?
Con nuestros propios esfuerzos - algunas experiencias
Tratamento de esgotos domésticos em comunidades isoladas - referencial para a escolha de soluções
A publicação “Tratamento de esgotos domésticos em comunidades isoladas: referencial para escolha de soluções” é fruto da parceria entre a Unicamp (FEC/ Grupo de Pesquisa Tratamento de Efluentes e Recuperação de Recursos) e Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental ABES – Seção São Paulo/ Câmara Técnica Saneamento e Saúde em Comunidades Isoladas). O texto é uma elaboração coletiva de diversos autores e colaboradores que juntos se propuseram a pensar em soluções para o esgotamento sanitário em áreas isoladas, com foco em áreas rurais. A linguagem e o formato da publicação foram desenvolvidos para que os profissionais da área, bem como os próprios usuários dos sistemas de tratamento de esgoto, possam aproveitar as informações e se tornar multiplicadores das boas experiências apresentadas aqui. Seus principais objetivos são: a) Apresentar alternativas de tratamento de esgoto doméstico em comunidades isoladas e auxiliar os moradores dessas localidades, gestores públicos e técnicos a fazerem as melhores escolhas de tecnologia para cada caso; b) Divulgar projetos bem-sucedidos e inovadores de tratamento descentralizado de esgotos domésticos, elaborados por universidades, institutos de pesquisa, institutos de permacultura e agroecologia, prefeituras municipais e ONGs, no âmbito unifamiliar ou semicoletivo.
Muda de Baobá
Muda de Baobá com 1 ano de vida e mais de 1m de altura
Sementes de jatobá
Amaranto
Amaranto em flor
Implantacao de manejo agroflorestal
Joachim Milz. Serviço alemão de cooperação técnica e social – DED. Alto Beni, Yucumo y Rurrenabaque – Bolivia. 1997. Em espanhol.
Mangaba
Mangaba é uma árvore leitosa, cujos frutos amadurecem entre setembro e novembro (no final da estação seca). Planaltina/GO.
Mangaba
Mangaba é uma árvore leitosa, cujos frutos amadurecem entre setembro e novembro (no final da estação seca). Planaltina/GO.
Mangaba
Mangaba é uma árvore leitosa, cujos frutos amadurecem entre setembro e novembro (no final da estação seca). Planaltina/GO.
Mangaba
Mangaba é uma árvore leitosa, cujos frutos amadurecem entre setembro e novembro (no final da estação seca). Planaltina/GO.
Construção de canteiros em nível - adicionando cobertura
Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.
Construção de canteiros em nível - adicionando cobertura
Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.
Construção de canteiros em nível - adicionando cobertura
Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.
Construção de canteiros em nível - detalhe da mureta que segura o nível
Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.
Construção de canteiros em nível - detalhe da mureta que segura o nível
Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.
Construção de canteiros em nível - finalizado com cobertura
Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.
Construção de canteiros em nível - finalizado com cobertura
Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.
Construção de canteiros em nível - preparado para receber cobertura
Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.
Agrofloresta sucessional
Baru e outras árvores de ciclo longo plantadas no meio do abacaxi Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo
Agrofloresta sucessional
A área do experimento é cercada por canteiros quebra-vento, com abacaxi, eucalipto (que é podado em altura desejada, no caso, 5m) e outros adubos verdes; entre os abacaxis, são plantadas árvores frutíferas de ciclo longo, como o baru. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo
Agrofloresta sucessional
A área do experimento é cercada por canteiros quebra-vento, com abacaxi, eucalipto (que é podado em altura desejada, no caso, 5m) e outros adubos verdes; entre os abacaxis, são plantadas árvores frutíferas de ciclo longo, como o baru; nessa foto, é possível visualizar o guapuruvu, plantado junto aos eucaliptos para produção de cobertura / adubo verde, sendo cortados após determinado tempo. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo
Agrofloresta sucessional
No interior do cultivo, outras linhas com composições variadas são instaladas. No caso, podem ser vistas linhas com abacaxis e frutíferas e bananeiras conjuntamente com capim colonião para corte e produção de adubo verde. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo
Agrofloresta sucessional
Vista no interior da agrofloresta, com guapuruvu e espécies nativas do cerrado em conjunto com eucalipto e frutíferas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo
Agrofloresta sucessional
Abacaxi e baru em canteiro. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo
Agrofloresta sucessional
Detalhe de canteiro quebra vento, com abacaxi, eucalipto, baru e espécies de adubo verde. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo
Agrofloresta sucessional
Canteiro com gueroba, baru, batata doce, ipê. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo
Agrofloresta sucessional
Abacaxi, eucalipto, leucena e baru em canteiro. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo
Agrofloresta sucessional
Vista geral da área, podendo-se visualizar a linha de canteiros quebra vento, linha de bananeiras e outras linhas internas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo
Agrofloresta sucessional
Vista geral da área, podendo-se visualizar a linha de canteiros quebra vento, linha de bananeiras e outras linhas internas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo
Agrofloresta sucessional
Vista geral da área, podendo-se visualizar a linha de canteiros quebra vento, linha de bananeiras e outras linhas internas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo
Neste chão tudo dá
Versão reduzida do documentário realizado por Felipe Pasini, Ilana Nina e Monica Soffiatti. "Neste Chão Tudo Dá - semeando conhecimento e colhendo resultados" é um registro informal realizado durante uma viagem pela Bahia sobre o trabalho e o pensamento do agricultor e pesquisador Ernst Gotsch. Além disso, ainda conhecemos a vida de agricultores que conseguiram aumentar a qualidade de vida de suas familias através da prática agroflorestal
Índios mundukuru: tecendo a resistência
O governo brasileiro está planejando construir um grande número de barragens hidrelétricas nos rios da Amazônia, destruindo a biodiversidade e interrompendo o modo de vida de milhares de índios e populações locais. Agora que as obras da gigante barragem de Belo Monte, no rio Xingu, estão a todo vapor, o governo está avançando com o seu próximo grande projeto - uma série de barragens no rio Tapajós. Mas os mais de 12.000 índios Munduruku, temidos como guerreiros, vivem nessa região e estão se mobilizando. O documentário mostra a vida em uma aldeia Munduruku, onde as tarefas tradicionais são praticadas diariamente e as crianças crescem com uma liberdade admirável. O filme documenta o crescimento de sua resistência, que de diferentes formas sempre existiu, inclusive entre as mulheres, que têm papel fundamental nessa luta, e que agora também estão se levantando como guerreiras na articulação contra as barragens hidrelétricas. _____________________________ Este documetário foi produzido de forma independente, com apoio de algumas organizações, grupos da região do Tapajós e lideranças Munduruku. Toda a pós-produção foi executada graças ao trabalho colaborativo e em solidariedade à luta do povo Munduruku. | Ficha técnica | Reino Unido/Brasil, 25min Dir.: Nayana Fernandez Produção: Sue Branford, Mauricio Torres e Nayana Fernandez Camera / Som: Nayana Fernandez Edição: Nayana Fernandez e Jason Brooks Edição de Som: Aquiles Pantaleão e Michal Kuligowski Desenho de Som: Michal Kuligowski Graficos: Mariana Delellis Música: “Whispers” – Por Kushal Gaya e Jenny Sutton / "Mi Corazón" por Kike Pinto Imagens adicionais: Índios Munduruku (aldeia Teles Pires), Emilio Días (aéreas), Alejo Sabugo (aldeia Restinga) _____________________________ "Índios Munduruku: Tecendo a Resistência", de MiráPorã, está registrado sob licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 - International License
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Amitayus Mandala
Tipos de redes
Tipos de redes - centralizada - descentralizada - distribuída
Milho laranja/vermelho
Milho. Zea mays. Origem: São Paulo/SP. Colheita: 2011 A palha varia entre amarela e roxa.
Crotalária Juncea
Origem: Sobradinho/DF. Colheita: Mai/2015
Sorgo
Origem: Sobradinho/DF. Colheita: Mai/2015
Erva doce
Erva doce, funcho. Foeniculum vulgare. Origem: Sobradinho/DF. Colheita: Fev/2015
Milho amarelo
Milho. Zea mays. Origem: Terravista - Arataca/BA. Colheita: Nov/2014
Mucuna branca
Origem: Sobradinho/DF. Colheita: Mai/2015
Milho de pipoca branco
Milho. Zea mays. Origem: São Sebastião/DF. Colheita: 2014
Olho de boi
Origem: MA. Colheita: Ago/2014
Milho amarelo/laranja
Nomes populares: milho Nome científico: Zea mays. Origem do exemplar: São Paulo/SP, abr/2015. Origem da matriz: São Paulo.
Milho branco
Milho. Zea mays. Origem: Sobradinho/DF. Colheita: fev/2015
Almeirão roxo
Origem: Sobradinho/DF. Colheita: mai/2015
Sorgo
Origem: Sobradinho/DF. Colheita: mai/2015
Copaíba
Origem: Fercal/DF. Colheita: mai/2015
Arroz cateto
Origem: RS. Colheita: fev/2014
Milho amarelo
Milho. Zea mays. Origem: Terravista - Arataca/BA. Colheita: Nov/2014
Tamarindo
Origem: Formosa do Rio Preto/BA. Colheita: Nov/2014
Quiabo gordo
Quiabo chinês, quiabo gordo.Abelmoschus esculentus. Origem: São Sebastião/DF. Colheita: jul/2014
Quiabo gordo
Quiabo chinês, quiabo gordo.Abelmoschus esculentus. Origem: São Sebastião/DF. Colheita: jul/2014
Mucuna preta
Origem: PR. Colheita: 2014
Milho preto
Nomes populares: milho Nome científico: Zea mays. Origem do exemplar: Sobradinho/DF. Colheita: abr/2015. Origem da matriz: Peru.
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Mucuna preta
Origem: PR. Colheita: 2014
Feijão de praia
Origem: Boca do Acre/AC. Colheita: ago/2013
Feijão lab lab
Origem: PR. Colheita: 2014
Milho branco
Milho. Zea mays. Origem: Sobradinho/DF. Colheita: mai/2015
Manifesto Ciborgue Haraway - 1 minuto
Rádio digital - 1 minuto
Programa Pára-raio n. 05
RadiosLibres Francês AudioDoc - 5 minutos
Rádio Alice AudioDoc - 5 minutos
Rádio Digital e Espectro Livre - 3 minutos
Rádio Digital - Juba - 5 minutos
Programa Pára-raio n. 06
Ocupação da Anatel/SP - Everaldo Gomes
Babosa fina
Aloe arborescens. Excelente para tratamento de queimaduras e afecções da pele.
Árvore do cerrado
Crotalária Juncea
Crotalaria juncea
Imbiruçu
Pseudobombax grandiflora
Caju - muda
anacardium occidentale L.
Urucum
Bixa orellana L.
Lírio branco
Hedychium coronarium. Presente em solo encharcado e nascentes.
Embaúba
Cecropia spp. A embaúba é muito comum na beira da mata, nas áreas de recomposição. Atrái formigas e prepara o solo para outras árvores. O chá de infusão da embaúba ajuda a controlar hemorragias.
Café
Coffea arabica
Tabaco
Nicotiana tabacum
Embaúba
Cecropia spp. A embaúba é muito comum na beira da mata, nas áreas de recomposição. Atrái formigas e prepara o solo para outras árvores. O chá de infusão da embaúba ajuda a controlar hemorragias.
Embaúba
Cecropia spp. A embaúba é muito comum na beira da mata, nas áreas de recomposição. Atrái formigas e prepara o solo para outras árvores. O chá de infusão da embaúba ajuda a controlar hemorragias.
Crista de galo
celósia, Celosia argentea
Rabanete
Raphanus sativus. Rabanete em flor.
Imbiruçu
Pseudobombax grandiflorum
Mucuna Preta
Mucuna aterrima
Umburana
Amburana cearensis
Pequi
Nome científico: Caryocar brasiliensis. Do pequi come-se a polpa, aproveita a castanha. Característico do cerrado, o pequizeiro seca completamente durante a estação seca.
Jatobá da mata
Hymenaea courbaril var. stilbocarpa
Manjericão
Ocimum spp.
Crotalária juncea
Crotalária juncea
Confrei
Symphytum officinale. Apenas uso externo, uso interno danifica o fígado. Cicatrizante de feridas.
Citronela
Cymbopogon winterianus Repelente de insetos
Canela
Cinnamomum zeylanicum
Boldo pequeno
Plecantrus ornatus
Carqueja
Baccharis trimera. Excelente para dores de estômago, indigestão, azia, queimação; é também sedativo do sistema gastro intestinal.
Almeirão roxo
Cichorium intybus L.
Assa peixe
Vernonia polysphaera
Arnica
Modernização e desenvolvimentismo: formação das favelas de São Paulo e do Vergueiro
Dissertação de Mestrado de Fernão Lopes Ginez de Lara, escrita entre 2009 e 2012 no departamento de Geografia Urbana da USP. Resumo: "Analisamos a favela do Vergueiro (~1949-1969) e outras dentre as primeiras favelas paulistanas; nesse período ainda não haviam assumido grandes proporções no município, mas são representativas de fenômenos postos pela modernização brasileira. Toma-se o capitalismo como uma socialização crítica, cuja realização conceitual é sua negação, expressando-se na expulsão da fonte originadora do capital, o trabalho, por meio do desenvolvimento das forças produtivas. No Brasil se daria uma industrialização em grande parte posta pela necessidade de venda de mercadorias do departamento de bens de capital global. A periferia capitalista se expressaria pela uma formação negativa do trabalho, expropriando trabalhadores/as e forçando sua mobilização, sem sua incorporação como polo negativo do capital. Sem dispor de base de valorização produtiva, muitos investimentos capitalistas concentram-se na propriedade da terra no mercado imobiliário, expresso pela retenção de terras na cidade de São Paulo. A contradição entre expropriação, industrialização periférica e mercado imobiliário culminaria na profusão de favelas, que se deparam com políticas desfaveladoras que tem como objetivo a formação do trabalho e liberação da propriedade privada.
Carolina Maria de Jesus: condição favelada, monetarização e trabalho nas favelas paulistanas
Neste artigo tecemos considerações sobre a literatura como fonte de dados e ambientação de época, tomando a obra literária “Quarto de Despejo”, de Carolina Maria de Jesus, para o estudo das primeiras favelas paulistanas. A autora escreveu um diário de sua vida na favela do Canindé no final dos anos 1950, narrando episódios cotidianos e de sua condição favelada. Sendo as favelas muitas vezes efêmeras, literatura e música constituem fontes alternativas que permitem acessar seu universo para além dos materiais hegemônicos, como jornais. Selecionamos diversos trechos que dizem respeito às suas condições de vida, atividades de coleta de materiais para reciclagem e de restos de comida. Sua narrativa dá conta da fome como condição da cidade moderna, consciência de que a favela não era algo à parte mas plenamente integrado à cidade, rebatendo interpretações marginalistas sobre sua obra. Consideramos a cisão-valor como forma constituinte da socialização moderna, que cria separações cumulativas postas para fora do âmbito prioritário da valorização do capital pela exploração do trabalho; e que enquanto mulher negra e mãe solteira, encarna a cisão em variados níveis, que se expressam em fome e miséria.
Rádio digital
Construção de um forno solar - 19
Passo a passo: coloque com todos os temperos. O tempo de cozimento varia da comida, mas convém deixar por no mínimo 3 horas. O melhor sol é o entre as 10:00 e as 15:00, e pode-se colocar um apoio na parte de baixo para inclinar o forno, a fim de melhorar a incidência da radiação solar.
Construção de um forno solar - 02
Passo a passo: forre-o por dentro com papel alumínio
Construção de um forno solar - 00
Passo a passo: ferramentas necessárias: serrote, trena, lapis, tesoura, grampeador + grampos, pregos, martelo
Construção de um forno solar - 01
Passo a passo: arranje um isopor, pode ser um com a tampa quebrada ou furado. Deve ser grande o suficiente para caber uma panela.
Construção de um forno solar - 10
Passo a passo: certifique-se de que o esquadro encaixa sem muita folga no isopor. É importante que o encaixe seja justo para garantir o isolamento do forno
Construção de um forno solar - 16
Passo a passo: coloque a chapa no fundo do forno
Construção de um forno solar - 12
Passo a passo: corte o plástico num tamanho maior que o esquadro, o suficiente para deixar o esquadro bem envolvido pelo plástico
Construção de um forno solar - 11
Passo a passo: consiga um pouco de plástico grosso ou filme transparente; no caso, usamos o material disponível, que era o plástico bolha
Construção de um forno solar - 09
Passo a passo: verifique as medidas
Construção de um forno solar - 14
Passo a passo: o forno está pronto!
Construção de um forno solar - 17
Passo a passo:
Construção de um forno solar - 15
Passo a passo: idealmente, coloque uma chapa de metal na parte de baixo do forno; ela conduzirá calor para a panela
Construção de um forno solar - 05
Passo a passo: certifique-se de que o alumínio está bem fixado
Construção de um forno solar - 18
Passo a passo: prepare a comida. De preferência, no caso da foto, deixe o feijão de molho por bastante tempo. Você colocará toda a água necessária para o cozimento, mas ela não pode ser muita, já que ela não vai ferver.
Construção de um forno solar - 13
Passo a passo: grampeie generosamente o plástico no esquadro
Construção de um forno solar - 07
Passo a passo: consiga ripas de madeira para fazer a armação da tampa
Construção de um forno solar - 08
Passo a passo: pregue as ripas e faça um esquadro
Construção de um forno solar - 04
Passo a passo: grampeie na parte de cima para fixar o papel alumínio
Construção de um forno solar - 03
Passo a passo: grampeie o papel alumínio. Não use cola ou outros produtos tóxicos ou que soltem cheiro
Construção de um forno solar - 06
Passo a passo: o isopor deve ficar dessa forma
Construção de um forno solar
Passo a passo:
Construção de um forno solar
Passo a passo:
Criptotarjetas: No a las centralización y monopolización del internet
Material produzido pelo coletivo mexicano RanchoEletronico.org; material disponível também em http://media.espora.org/u/omaluma/m/criptotarjetas-no-a-las-centralizacion-y-monopolizacion-del-internet/
Criptotarjetas: Vigilancia en teléfonos celulares
Material produzido pelo coletivo mexicano RanchoEletronico.org; material disponível também em http://media.espora.org/u/omaluma/m/criptotarjetas-vigilinacia-en-telefonos-celulares/
Criptotarjetas: No a la retención de d/gatos — GNU MediaGoblin
Material produzido pelo grupo mexicano RanchoEletronico.org sobre retenção de dados e privacidade, disponível também em http://media.espora.org/u/omaluma/m/criptotarjetas-no-a-la-retencion-de-datos/
Árvore do cerrado
Tingui - Magonia Pubescens - tronco
Árvore do cerrado
Árvore do cerrado
Guatambu
Pau pombo
Mandiocão
Pau da terra da folha larga
Jenipapo brabo
Congonha de bugre
Mandiocão
Sangra d'água
Negramina
Siparuna guianensis Aublet.
Mandiocão
Negramina
Siparuna guianensis Aublet.
Negramina
Siparuna guianensis Aublet.
Negramina
Siparuna guianensis Aublet.
Congonha de bugre
Congonha de bugre
Cipozinho
Pau da terra da folha larga
Pau da terra da folha larga - tronco
Cipozinho
Sangra d'água
Tingui - Magonia Pubescens
Congonha de bugre
Guatambu
Congonha de bugre
Jenipapo brabo - tronco
Guatambu
Pau da terra da folha larga - tronco
Chapado - chapadinho
Cipó chupão
Pequi - Caryocar brasilense
Nome científico: Caryocar brasiliensis. Do pequi come-se a polpa, aproveita a castanha. Característico do cerrado, o pequizeiro seca completamente durante a estação seca.
Pequi - Caryocar brasilense
Nome científico: Caryocar brasiliensis. Do pequi come-se a polpa, aproveita a castanha. Característico do cerrado, o pequizeiro seca completamente durante a estação seca.
Pereira
Cipó chupão
Laranjeira do campo - copa
Pequi
Nome científico: Caryocar brasiliensis. Do pequi come-se a polpa, aproveita a castanha. Característico do cerrado, o pequizeiro seca completamente durante a estação seca.
Capim gordura
Bertônica
Pau doce
Lobeira - Solanum cf. excelsum
Copaíba - Copaifera sp.
Copaíba - Copaifera sp.
Pereira
Assa peixe
Vernonia polyanthes. Chá das folhas é bom para tosse e garganta.
Pau doce
Caracaxá
Bertônica
Laranjeira do campo - copa
Ananás bravo
Lobeira - Solanum cf. excelsum
Pau doce
Lobeira - Solanum cf. excelsum
Ipê roxo - Tabebuia sp.
Mangaba - Hancornia speciosa
Mangaba - folha leitosa - Hancornia speciosa
Detalhe da folha leitosa da mangabeira
Baru - Dipteryx alata
Cipó chupão
Laranjeira do campo - tronco
Vinhático
Mangaba - Hancornia speciosa
Laranjeira do campo - tronco
Embaúba - Cecropia sp.
Cecropia spp. A embaúba é muito comum na beira da mata, nas áreas de recomposição. Atrái formigas e prepara o solo para outras árvores. O chá de infusão da embaúba ajuda a controlar hemorragias.
