mocambola

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Saberes de mocambola

Agrofloresta de 5 anos no Lago oeste, Brasília

Agrofloresta de 5 anos no Lago oeste, Brasília

21/02/2024
Baobá no Lago Oeste, Brasília

Baobá no Lago Oeste, Brasília

A muda foi feita em 2015 e permaneceu em um vaso até conseguir ser plantada, em 2019, no Lago Oeste, Brasília, DF

09/02/2024
Baobáárvore
Baobá no Lago Oeste - DF - Brasília

Baobá no Lago Oeste - DF - Brasília

A muda foi feita em 2015 e permaneceu em um vaso até conseguir ser plantada, em 2019, no Lago Oeste, Brasília, DF

09/02/2024
Baobáplantas
A reconstrução ecológica da agricultura

A reconstrução ecológica da agricultura

Carlos Armênio Khatounian

29/06/2021
agricultura sintrópicaagroecologiaagrofloresta
Agroflorestando o mundo de facão a trator

Agroflorestando o mundo de facão a trator

5“Quando a Floresta está nua, desprotegida, Mofokari, o ente solar, queima os igarapés e os rios. Ele os seca com sua língua de fogoe engole seus peixes. E quando seus pés se aproximam do chão da floresta, ele endurece e fica ardendo. Nada mais pode brotar nele. Não tem mais raízes e sementes na umidade do solo. As águas fogem para muito longe. Então, o vento que as seguia e nos refrescava como um abano se esconde também. Um calor escaldante paira em todos os lugares. As folhas e flores que ainda estão no chão ressecam e encolhem. Todas as minhocas da terra morrem. O perfume da floresta queima e desaparece. Nada mais cresce. A fertilidade da floresta vai para outras terras” (sabedoria ancestral indígena sobre a floresta e o clima, sabiamente expressa por Davi Kopenawa no prefácio do livroUrihi, a Terra-Floresta Yanomami)

14/08/2020
agricultura sintrópicaagroflorestaplantas
POHÃÑANA:ÑANOMBARETE, TEKOHA, GUARANIHA KAIOWA

POHÃÑANA:ÑANOMBARETE, TEKOHA, GUARANIHA KAIOWA

31/07/2020
Povos Originariosguaranimedicina +3
TAZ - Zona autônoma temporária

TAZ - Zona autônoma temporária

10/07/2019
autonomiaanarquismotaz +1
Deserto

Deserto

Deserto - por Anônimo "A esperança de um grande final feliz machuca as pessoas. Ela serve de base para a dor que sentirão quando se desiludirem. Porque, honesta­ mente, quem de nós acredita num final feliz hoje em dia? Quantas foram consumidas pelo esforço que implica se recon­ciliar com a fé cega de mudar o mundo com a realidade que nos cerca? No entanto, apesar de nos desiludirmos – com a revolução global, com nossa capacidade de parar as mu­danças climáticas – isto não deveria alterar nossa natureza anarquista nem o amor que sentimos pela natureza como anarquistas. Ainda assim exis­tem muitas possibilidades para a liberdade e o selvagem. Quais são algumas dessas possibilidades e como pode­mos vivê­-las? O que poderia significar ser anarquista, ecolo­gista, quando a revolução global e a sustentabilidade so­cioecológica não são o obje­tivo principal? Que objetivos, que planos, que vidas, que aventuras permanecem quando deixamos de lado as ilusões e caminhamos pelo mundo já não padecendo a in­ capacitação gerada pela de­silusão, mas sim livres de sua carga?

26/06/2019
ResistênciasAgroecologiaanarquismo +4
Deserto

Deserto

Deserto - por Anônimo "A esperança de um grande final feliz machuca as pessoas. Ela serve de base para a dor que sentirão quando se desiludirem. Porque, honesta­ mente, quem de nós acredita num final feliz hoje em dia? Quantas foram consumidas pelo esforço que implica se recon­ciliar com a fé cega de mudar o mundo com a realidade que nos cerca? No entanto, apesar de nos desiludirmos – com a revolução global, com nossa capacidade de parar as mu­danças climáticas – isto não deveria alterar nossa natureza anarquista nem o amor que sentimos pela natureza como anarquistas. Ainda assim exis­tem muitas possibilidades para a liberdade e o selvagem. Quais são algumas dessas possibilidades e como pode­mos vivê­-las? O que poderia significar ser anarquista, ecolo­gista, quando a revolução global e a sustentabilidade so­cioecológica não são o obje­tivo principal? Que objetivos, que planos, que vidas, que aventuras permanecem quando deixamos de lado as ilusões e caminhamos pelo mundo já não padecendo a in­ capacitação gerada pela de­silusão, mas sim livres de sua carga?

26/06/2019
ResistênciasAgroecologiaanarquismo +4
Con nuestros propios esfuerzos - algunas experiencias

Con nuestros propios esfuerzos - algunas experiencias

26/06/2019
Tratamento de esgotos domésticos em comunidades isoladas - referencial para a escolha de soluções

Tratamento de esgotos domésticos em comunidades isoladas - referencial para a escolha de soluções

A publicação “Tratamento de esgotos domésticos em comunidades isoladas: referencial para escolha de soluções” é fruto da parceria entre a Unicamp (FEC/ Grupo de Pesquisa Tratamento de Efluentes e Recuperação de Recursos) e Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental ABES – Seção São Paulo/ Câmara Técnica Saneamento e Saúde em Comunidades Isoladas). O texto é uma elaboração coletiva de diversos autores e colaboradores que juntos se propuseram a pensar em soluções para o esgotamento sanitário em áreas isoladas, com foco em áreas rurais. A linguagem e o formato da publicação foram desenvolvidos para que os profissionais da área, bem como os próprios usuários dos sistemas de tratamento de esgoto, possam aproveitar as informações e se tornar multiplicadores das boas experiências apresentadas aqui. Seus principais objetivos são: a) Apresentar alternativas de tratamento de esgoto doméstico em comunidades isoladas e auxiliar os moradores dessas localidades, gestores públicos e técnicos a fazerem as melhores escolhas de tecnologia para cada caso; b) Divulgar projetos bem-sucedidos e inovadores de tratamento descentralizado de esgotos domésticos, elaborados por universidades, institutos de pesquisa, institutos de permacultura e agroecologia, prefeituras municipais e ONGs, no âmbito unifamiliar ou semicoletivo.

11/02/2019
meio ambientesaneamentotratamento de efluentes +1
Muda de Baobá

Muda de Baobá

Muda de Baobá com 1 ano de vida e mais de 1m de altura

09/12/2016
baobámudasplantas
Sementes de jatobá

Sementes de jatobá

17/11/2016
plantassementes
Amaranto

Amaranto

Amaranto em flor

17/11/2016
flores de são beneditocomestívelplantas
Implantacao de manejo agroflorestal

Implantacao de manejo agroflorestal

Joachim Milz. Serviço alemão de cooperação técnica e social – DED. Alto Beni, Yucumo y Rurrenabaque – Bolivia. 1997. Em espanhol.

27/08/2015
Mangaba

Mangaba

Mangaba é uma árvore leitosa, cujos frutos amadurecem entre setembro e novembro (no final da estação seca). Planaltina/GO.

12/08/2015
cerradofrutaárvore +1
Mangaba

Mangaba

Mangaba é uma árvore leitosa, cujos frutos amadurecem entre setembro e novembro (no final da estação seca). Planaltina/GO.

12/08/2015
cerradofrutaárvore +1
Mangaba

Mangaba

Mangaba é uma árvore leitosa, cujos frutos amadurecem entre setembro e novembro (no final da estação seca). Planaltina/GO.

12/08/2015
cerradofrutaárvore +1
Mangaba

Mangaba

Mangaba é uma árvore leitosa, cujos frutos amadurecem entre setembro e novembro (no final da estação seca). Planaltina/GO.

12/08/2015
cerradofrutaárvore +1
Construção de canteiros em nível  - adicionando cobertura

Construção de canteiros em nível - adicionando cobertura

Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.

12/08/2015
agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Construção de canteiros em nível  - adicionando cobertura

Construção de canteiros em nível - adicionando cobertura

Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.

12/08/2015
agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Construção de canteiros em nível  - adicionando cobertura

Construção de canteiros em nível - adicionando cobertura

Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.

12/08/2015
agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Construção de canteiros em nível  - detalhe da mureta que segura o nível

Construção de canteiros em nível - detalhe da mureta que segura o nível

Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.

12/08/2015
agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Construção de canteiros em nível  - detalhe da mureta que segura o nível

Construção de canteiros em nível - detalhe da mureta que segura o nível

Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.

12/08/2015
agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Construção de canteiros em nível  - finalizado com cobertura

Construção de canteiros em nível - finalizado com cobertura

Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.

12/08/2015
agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Construção de canteiros em nível  - finalizado com cobertura

Construção de canteiros em nível - finalizado com cobertura

Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.

12/08/2015
agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Construção de canteiros em nível  - preparado para receber cobertura

Construção de canteiros em nível - preparado para receber cobertura

Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto.

12/08/2015
agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

Baru e outras árvores de ciclo longo plantadas no meio do abacaxi Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

A área do experimento é cercada por canteiros quebra-vento, com abacaxi, eucalipto (que é podado em altura desejada, no caso, 5m) e outros adubos verdes; entre os abacaxis, são plantadas árvores frutíferas de ciclo longo, como o baru. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

A área do experimento é cercada por canteiros quebra-vento, com abacaxi, eucalipto (que é podado em altura desejada, no caso, 5m) e outros adubos verdes; entre os abacaxis, são plantadas árvores frutíferas de ciclo longo, como o baru; nessa foto, é possível visualizar o guapuruvu, plantado junto aos eucaliptos para produção de cobertura / adubo verde, sendo cortados após determinado tempo. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

No interior do cultivo, outras linhas com composições variadas são instaladas. No caso, podem ser vistas linhas com abacaxis e frutíferas e bananeiras conjuntamente com capim colonião para corte e produção de adubo verde. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

Vista no interior da agrofloresta, com guapuruvu e espécies nativas do cerrado em conjunto com eucalipto e frutíferas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +2
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

Abacaxi e baru em canteiro. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

Detalhe de canteiro quebra vento, com abacaxi, eucalipto, baru e espécies de adubo verde. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

Canteiro com gueroba, baru, batata doce, ipê. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

Abacaxi, eucalipto, leucena e baru em canteiro. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +2
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

Vista geral da área, podendo-se visualizar a linha de canteiros quebra vento, linha de bananeiras e outras linhas internas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

Vista geral da área, podendo-se visualizar a linha de canteiros quebra vento, linha de bananeiras e outras linhas internas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Agrofloresta sucessional

Agrofloresta sucessional

Vista geral da área, podendo-se visualizar a linha de canteiros quebra vento, linha de bananeiras e outras linhas internas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo

10/08/2015
agroflorestaplantiopolicultura +1
Neste chão tudo dá

Neste chão tudo dá

Versão reduzida do documentário realizado por Felipe Pasini, Ilana Nina e Monica Soffiatti. "Neste Chão Tudo Dá - semeando conhecimento e colhendo resultados" é um registro informal realizado durante uma viagem pela Bahia sobre o trabalho e o pensamento do agricultor e pesquisador Ernst Gotsch. Além disso, ainda conhecemos a vida de agricultores que conseguiram aumentar a qualidade de vida de suas familias através da prática agroflorestal

17/07/2015
agroecologiaagroflorestabahia +3
Índios mundukuru: tecendo a resistência

Índios mundukuru: tecendo a resistência

O governo brasileiro está planejando construir um grande número de barragens hidrelétricas nos rios da Amazônia, destruindo a biodiversidade e interrompendo o modo de vida de milhares de índios e populações locais. Agora que as obras da gigante barragem de Belo Monte, no rio Xingu, estão a todo vapor, o governo está avançando com o seu próximo grande projeto - uma série de barragens no rio Tapajós. Mas os mais de 12.000 índios Munduruku, temidos como guerreiros, vivem nessa região e estão se mobilizando. O documentário mostra a vida em uma aldeia Munduruku, onde as tarefas tradicionais são praticadas diariamente e as crianças crescem com uma liberdade admirável. O filme documenta o crescimento de sua resistência, que de diferentes formas sempre existiu, inclusive entre as mulheres, que têm papel fundamental nessa luta, e que agora também estão se levantando como guerreiras na articulação contra as barragens hidrelétricas. _____________________________ Este documetário foi produzido de forma independente, com apoio de algumas organizações, grupos da região do Tapajós e lideranças Munduruku. Toda a pós-produção foi executada graças ao trabalho colaborativo e em solidariedade à luta do povo Munduruku. | Ficha técnica | Reino Unido/Brasil, 25min Dir.: Nayana Fernandez Produção: Sue Branford, Mauricio Torres e Nayana Fernandez Camera / Som: Nayana Fernandez Edição: Nayana Fernandez e Jason Brooks Edição de Som: Aquiles Pantaleão e Michal Kuligowski Desenho de Som: Michal Kuligowski Graficos: Mariana Delellis Música: “Whispers” – Por Kushal Gaya e Jenny Sutton / "Mi Corazón" por Kike Pinto Imagens adicionais: Índios Munduruku (aldeia Teles Pires), Emilio Días (aéreas), Alejo Sabugo (aldeia Restinga) _____________________________ "Índios Munduruku: Tecendo a Resistência", de MiráPorã, está registrado sob licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 - International License

06/07/2015
povos indígenasíndiosdocumentário
 d826e00e-a1f1-4b3f-8b9c-1a8e1c6b1cfe

d826e00e-a1f1-4b3f-8b9c-1a8e1c6b1cfe

Amitayus Mandala

27/05/2015
Tipos de redes

Tipos de redes

Tipos de redes - centralizada - descentralizada - distribuída

27/05/2015
distribuídoinfrainternet +1
Milho laranja/vermelho

Milho laranja/vermelho

Milho. Zea mays. Origem: São Paulo/SP. Colheita: 2011 A palha varia entre amarela e roxa.

27/05/2015
banco de sementessementes
Crotalária Juncea

Crotalária Juncea

Origem: Sobradinho/DF. Colheita: Mai/2015

27/05/2015
adubo verdebanco de sementessementes
Sorgo

Sorgo

Origem: Sobradinho/DF. Colheita: Mai/2015

27/05/2015
banco de sementes
Erva doce

Erva doce

Erva doce, funcho. Foeniculum vulgare. Origem: Sobradinho/DF. Colheita: Fev/2015

27/05/2015
banco de sementes
Milho amarelo

Milho amarelo

Milho. Zea mays. Origem: Terravista - Arataca/BA. Colheita: Nov/2014

27/05/2015
banco de sementes
Mucuna branca

Mucuna branca

Origem: Sobradinho/DF. Colheita: Mai/2015

27/05/2015
banco de sementessementes
Milho de pipoca branco

Milho de pipoca branco

Milho. Zea mays. Origem: São Sebastião/DF. Colheita: 2014

27/05/2015
banco de sementes
Olho de boi

Olho de boi

Origem: MA. Colheita: Ago/2014

27/05/2015
banco de sementes
Milho amarelo/laranja

Milho amarelo/laranja

Nomes populares: milho Nome científico: Zea mays. Origem do exemplar: São Paulo/SP, abr/2015. Origem da matriz: São Paulo.

27/05/2015
banco de sementes
Milho branco

Milho branco

Milho. Zea mays. Origem: Sobradinho/DF. Colheita: fev/2015

27/05/2015
banco de sementes
Almeirão roxo

Almeirão roxo

Origem: Sobradinho/DF. Colheita: mai/2015

27/05/2015
banco de sementes
Sorgo

Sorgo

Origem: Sobradinho/DF. Colheita: mai/2015

27/05/2015
banco de sementes
Copaíba

Copaíba

Origem: Fercal/DF. Colheita: mai/2015

27/05/2015
banco de sementes
Arroz cateto

Arroz cateto

Origem: RS. Colheita: fev/2014

27/05/2015
banco de sementes
Milho amarelo

Milho amarelo

Milho. Zea mays. Origem: Terravista - Arataca/BA. Colheita: Nov/2014

27/05/2015
banco de sementes
Tamarindo

Tamarindo

Origem: Formosa do Rio Preto/BA. Colheita: Nov/2014

27/05/2015
banco de sementes
Quiabo gordo

Quiabo gordo

Quiabo chinês, quiabo gordo.Abelmoschus esculentus. Origem: São Sebastião/DF. Colheita: jul/2014

27/05/2015
banco de sementes
Quiabo gordo

Quiabo gordo

Quiabo chinês, quiabo gordo.Abelmoschus esculentus. Origem: São Sebastião/DF. Colheita: jul/2014

27/05/2015
banco de sementes
Mucuna preta

Mucuna preta

Origem: PR. Colheita: 2014

27/05/2015
banco de sementes
Milho preto

Milho preto

Nomes populares: milho Nome científico: Zea mays. Origem do exemplar: Sobradinho/DF. Colheita: abr/2015. Origem da matriz: Peru.

27/05/2015
banco de sementes
IMG_8074

IMG_8074

27/05/2015
sementes
Mucuna preta

Mucuna preta

Origem: PR. Colheita: 2014

27/05/2015
adubo verdebanco de sementes
Feijão de praia

Feijão de praia

Origem: Boca do Acre/AC. Colheita: ago/2013

27/05/2015
banco de sementessementes
Feijão lab lab

Feijão lab lab

Origem: PR. Colheita: 2014

27/05/2015
adubo verdebanco de sementes
Milho branco

Milho branco

Milho. Zea mays. Origem: Sobradinho/DF. Colheita: mai/2015

27/05/2015
banco de sementes

Manifesto Ciborgue Haraway - 1 minuto

22/05/2015
rádio

Rádio digital - 1 minuto

22/05/2015
rádio

Programa Pára-raio n. 05

22/05/2015
rádio

RadiosLibres Francês AudioDoc - 5 minutos

22/05/2015
rádio

Rádio Alice AudioDoc - 5 minutos

22/05/2015
rádio

Rádio Digital e Espectro Livre - 3 minutos

22/05/2015
rádio

Rádio Digital - Juba - 5 minutos

22/05/2015
rádio

Programa Pára-raio n. 06

22/05/2015
rádio

Ocupação da Anatel/SP - Everaldo Gomes

22/05/2015
rádio
Babosa fina

Babosa fina

Aloe arborescens. Excelente para tratamento de queimaduras e afecções da pele.

19/05/2015
plantas
Árvore do cerrado

Árvore do cerrado

19/05/2015
cerradoprimáriarecomposição +2
Crotalária Juncea

Crotalária Juncea

Crotalaria juncea

18/05/2015
adubo verdeanualerva +1
Imbiruçu

Imbiruçu

Pseudobombax grandiflora

18/05/2015
madeiraplantasárvore
Caju - muda

Caju - muda

anacardium occidentale L.

18/05/2015
comestívelfrutamudas +2
Urucum

Urucum

Bixa orellana L.

18/05/2015
arbustomedicinaltempero +1
Lírio branco

Lírio branco

Hedychium coronarium. Presente em solo encharcado e nascentes.

18/05/2015
plantas
Embaúba

Embaúba

Cecropia spp. A embaúba é muito comum na beira da mata, nas áreas de recomposição. Atrái formigas e prepara o solo para outras árvores. O chá de infusão da embaúba ajuda a controlar hemorragias.

18/05/2015
medicinalplantasprimária +2
Café

Café

Coffea arabica

18/05/2015
arbustomudasplantas
Tabaco

Tabaco

Nicotiana tabacum

18/05/2015
medicinalplantas
Embaúba

Embaúba

Cecropia spp. A embaúba é muito comum na beira da mata, nas áreas de recomposição. Atrái formigas e prepara o solo para outras árvores. O chá de infusão da embaúba ajuda a controlar hemorragias.

18/05/2015
primáriarecomposiçãoárvore +1
Embaúba

Embaúba

Cecropia spp. A embaúba é muito comum na beira da mata, nas áreas de recomposição. Atrái formigas e prepara o solo para outras árvores. O chá de infusão da embaúba ajuda a controlar hemorragias.

18/05/2015
primáriarecomposiçãoárvore +1
Crista de galo

Crista de galo

celósia, Celosia argentea

18/05/2015
anualcomestívelerva +3
Rabanete

Rabanete

Raphanus sativus. Rabanete em flor.

18/05/2015
anualcomestívelerva +1
Imbiruçu

Imbiruçu

Pseudobombax grandiflorum

18/05/2015
cerradoprimáriarecomposição +2
Mucuna Preta

Mucuna Preta

Mucuna aterrima

18/05/2015
anualtrepadeiraplantas
Umburana

Umburana

Amburana cearensis

18/05/2015
madeiramedicinalmudas +2
Pequi

Pequi

Nome científico: Caryocar brasiliensis. Do pequi come-se a polpa, aproveita a castanha. Característico do cerrado, o pequizeiro seca completamente durante a estação seca.

18/05/2015
cerradocomestívelárvore +1
Jatobá da mata

Jatobá da mata

Hymenaea courbaril var. stilbocarpa

18/05/2015
cerradofrutíferamudas +2
Manjericão

Manjericão

Ocimum spp.

18/05/2015
arbustoperenetempero +1
Crotalária juncea

Crotalária juncea

Crotalária juncea

18/05/2015
adubo verdeanualerva +1
Confrei

Confrei

Symphytum officinale. Apenas uso externo, uso interno danifica o fígado. Cicatrizante de feridas.

18/05/2015
ervaperenemedicinal +1
Citronela

Citronela

Cymbopogon winterianus Repelente de insetos

18/05/2015
plantas
Canela

Canela

Cinnamomum zeylanicum

18/05/2015
temperomedicinalplantas +1
Boldo pequeno

Boldo pequeno

Plecantrus ornatus

18/05/2015
ervamedicinalperene +1
Carqueja

Carqueja

Baccharis trimera. Excelente para dores de estômago, indigestão, azia, queimação; é também sedativo do sistema gastro intestinal.

18/05/2015
ervamedicinalperene +1
Almeirão roxo

Almeirão roxo

Cichorium intybus L.

18/05/2015
alimentíciaanualerva +1
Assa peixe

Assa peixe

Vernonia polysphaera

18/05/2015
arbustoplantas
Arnica

Arnica

18/05/2015
plantas
Modernização e desenvolvimentismo: formação das favelas de São Paulo e do Vergueiro

Modernização e desenvolvimentismo: formação das favelas de São Paulo e do Vergueiro

Dissertação de Mestrado de Fernão Lopes Ginez de Lara, escrita entre 2009 e 2012 no departamento de Geografia Urbana da USP. Resumo: "Analisamos a favela do Vergueiro (~1949-1969) e outras dentre as primeiras favelas paulistanas; nesse período ainda não haviam assumido grandes proporções no município, mas são representativas de fenômenos postos pela modernização brasileira. Toma-se o capitalismo como uma socialização crítica, cuja realização conceitual é sua negação, expressando-se na expulsão da fonte originadora do capital, o trabalho, por meio do desenvolvimento das forças produtivas. No Brasil se daria uma industrialização em grande parte posta pela necessidade de venda de mercadorias do departamento de bens de capital global. A periferia capitalista se expressaria pela uma formação negativa do trabalho, expropriando trabalhadores/as e forçando sua mobilização, sem sua incorporação como polo negativo do capital. Sem dispor de base de valorização produtiva, muitos investimentos capitalistas concentram-se na propriedade da terra no mercado imobiliário, expresso pela retenção de terras na cidade de São Paulo. A contradição entre expropriação, industrialização periférica e mercado imobiliário culminaria na profusão de favelas, que se deparam com políticas desfaveladoras que tem como objetivo a formação do trabalho e liberação da propriedade privada.

14/05/2015
desfavelamentofavelasgeografia +3
Carolina Maria de Jesus: condição favelada, monetarização e trabalho nas favelas paulistanas

Carolina Maria de Jesus: condição favelada, monetarização e trabalho nas favelas paulistanas

Neste artigo tecemos considerações sobre a literatura como fonte de dados e ambientação de época, tomando a obra literária “Quarto de Despejo”, de Carolina Maria de Jesus, para o estudo das primeiras favelas paulistanas. A autora escreveu um diário de sua vida na favela do Canindé no final dos anos 1950, narrando episódios cotidianos e de sua condição favelada. Sendo as favelas muitas vezes efêmeras, literatura e música constituem fontes alternativas que permitem acessar seu universo para além dos materiais hegemônicos, como jornais. Selecionamos diversos trechos que dizem respeito às suas condições de vida, atividades de coleta de materiais para reciclagem e de restos de comida. Sua narrativa dá conta da fome como condição da cidade moderna, consciência de que a favela não era algo à parte mas plenamente integrado à cidade, rebatendo interpretações marginalistas sobre sua obra. Consideramos a cisão-valor como forma constituinte da socialização moderna, que cria separações cumulativas postas para fora do âmbito prioritário da valorização do capital pela exploração do trabalho; e que enquanto mulher negra e mãe solteira, encarna a cisão em variados níveis, que se expressam em fome e miséria.

14/05/2015
artigofavelasliteratura

Rádio digital

12/04/2015
rádio
Construção de um forno solar - 19

Construção de um forno solar - 19

Passo a passo: coloque com todos os temperos. O tempo de cozimento varia da comida, mas convém deixar por no mínimo 3 horas. O melhor sol é o entre as 10:00 e as 15:00, e pode-se colocar um apoio na parte de baixo para inclinar o forno, a fim de melhorar a incidência da radiação solar.

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar - 02

Construção de um forno solar - 02

Passo a passo: forre-o por dentro com papel alumínio

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar - 00

Construção de um forno solar - 00

Passo a passo: ferramentas necessárias: serrote, trena, lapis, tesoura, grampeador + grampos, pregos, martelo

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar - 01

Construção de um forno solar - 01

Passo a passo: arranje um isopor, pode ser um com a tampa quebrada ou furado. Deve ser grande o suficiente para caber uma panela.

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar - 10

Construção de um forno solar - 10

Passo a passo: certifique-se de que o esquadro encaixa sem muita folga no isopor. É importante que o encaixe seja justo para garantir o isolamento do forno

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar - 16

Construção de um forno solar - 16

Passo a passo: coloque a chapa no fundo do forno

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar - 12

Construção de um forno solar - 12

Passo a passo: corte o plástico num tamanho maior que o esquadro, o suficiente para deixar o esquadro bem envolvido pelo plástico

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar - 11

Construção de um forno solar - 11

Passo a passo: consiga um pouco de plástico grosso ou filme transparente; no caso, usamos o material disponível, que era o plástico bolha

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar - 09

Construção de um forno solar - 09

Passo a passo: verifique as medidas

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar - 14

Construção de um forno solar - 14

Passo a passo: o forno está pronto!

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar - 17

Construção de um forno solar - 17

Passo a passo:

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar - 15

Construção de um forno solar - 15

Passo a passo: idealmente, coloque uma chapa de metal na parte de baixo do forno; ela conduzirá calor para a panela

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar - 05

Construção de um forno solar - 05

Passo a passo: certifique-se de que o alumínio está bem fixado

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar - 18

Construção de um forno solar - 18

Passo a passo: prepare a comida. De preferência, no caso da foto, deixe o feijão de molho por bastante tempo. Você colocará toda a água necessária para o cozimento, mas ela não pode ser muita, já que ela não vai ferver.

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar - 13

Construção de um forno solar - 13

Passo a passo: grampeie generosamente o plástico no esquadro

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar - 07

Construção de um forno solar - 07

Passo a passo: consiga ripas de madeira para fazer a armação da tampa

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar - 08

Construção de um forno solar - 08

Passo a passo: pregue as ripas e faça um esquadro

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar - 04

Construção de um forno solar - 04

Passo a passo: grampeie na parte de cima para fixar o papel alumínio

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar - 03

Construção de um forno solar - 03

Passo a passo: grampeie o papel alumínio. Não use cola ou outros produtos tóxicos ou que soltem cheiro

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar - 06

Construção de um forno solar - 06

Passo a passo: o isopor deve ficar dessa forma

27/03/2015
energiafornotutorial
Construção de um forno solar

Construção de um forno solar

Passo a passo:

27/03/2015
Construção de um forno solar

Construção de um forno solar

Passo a passo:

27/03/2015
Criptotarjetas: No a las centralización y monopolización del internet

Criptotarjetas: No a las centralización y monopolización del internet

Material produzido pelo coletivo mexicano RanchoEletronico.org; material disponível também em http://media.espora.org/u/omaluma/m/criptotarjetas-no-a-las-centralizacion-y-monopolizacion-del-internet/

17/03/2015
privacidade
Criptotarjetas: Vigilancia en teléfonos celulares

Criptotarjetas: Vigilancia en teléfonos celulares

Material produzido pelo coletivo mexicano RanchoEletronico.org; material disponível também em http://media.espora.org/u/omaluma/m/criptotarjetas-vigilinacia-en-telefonos-celulares/

17/03/2015
Criptotarjetas: No a la retención de d/gatos — GNU MediaGoblin

Criptotarjetas: No a la retención de d/gatos — GNU MediaGoblin

Material produzido pelo grupo mexicano RanchoEletronico.org sobre retenção de dados e privacidade, disponível também em http://media.espora.org/u/omaluma/m/criptotarjetas-no-a-la-retencion-de-datos/

17/03/2015
Árvore do cerrado

Árvore do cerrado

03/03/2015
cerradoplantas
Tingui - Magonia Pubescens - tronco

Tingui - Magonia Pubescens - tronco

03/03/2015
cerradoplantasárvore
Árvore do cerrado

Árvore do cerrado

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Árvore do cerrado

Árvore do cerrado

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Guatambu

Guatambu

03/03/2015
cerradoferramentariaplantas +1
Pau pombo

Pau pombo

03/03/2015
cerradoárvore
Mandiocão

Mandiocão

03/03/2015
cerradoplantasárvore
Pau da terra da folha larga

Pau da terra da folha larga

03/03/2015
cerradoplantasárvore
Jenipapo brabo

Jenipapo brabo

03/03/2015
cerradocomestívelfruta +2
Congonha de bugre

Congonha de bugre

03/03/2015
cerradoplantas
Mandiocão

Mandiocão

03/03/2015
cerradoplantasárvore
Sangra d'água

Sangra d'água

03/03/2015
cerradoplantas
Negramina

Negramina

Siparuna guianensis Aublet.

03/03/2015
cerradoplantas
Mandiocão

Mandiocão

03/03/2015
cerradoplantasárvore
Negramina

Negramina

Siparuna guianensis Aublet.

03/03/2015
cerradoplantas
Negramina

Negramina

Siparuna guianensis Aublet.

03/03/2015
cerradoplantas
Negramina

Negramina

Siparuna guianensis Aublet.

03/03/2015
cerradoplantas
Congonha de bugre

Congonha de bugre

03/03/2015
cerradoplantas
Congonha de bugre

Congonha de bugre

03/03/2015
cerradoplantas
Cipozinho

Cipozinho

03/03/2015
cerradoplantasárvore
Pau da terra da folha larga

Pau da terra da folha larga

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Pau da terra da folha larga - tronco

Pau da terra da folha larga - tronco

03/03/2015
cerradoplantas
Cipozinho

Cipozinho

03/03/2015
cerradoplantasárvore
Sangra d'água

Sangra d'água

03/03/2015
cerradoplantas
Tingui - Magonia Pubescens

Tingui - Magonia Pubescens

03/03/2015
cerradoplantasárvore
Congonha de bugre

Congonha de bugre

03/03/2015
cerradoplantas
Guatambu

Guatambu

03/03/2015
cerradoferramentariaplantas +1
Congonha de bugre

Congonha de bugre

03/03/2015
cerradoplantas
Jenipapo brabo - tronco

Jenipapo brabo - tronco

03/03/2015
cerradocomestívelfruta +2
Guatambu

Guatambu

03/03/2015
cerradoferramentariaplantas +1
Pau da terra da folha larga - tronco

Pau da terra da folha larga - tronco

03/03/2015
cerradoplantasárvore
Chapado - chapadinho

Chapado - chapadinho

03/03/2015
cerradoplantas
Cipó chupão

Cipó chupão

03/03/2015
cerradocipóplantas
Pequi - Caryocar brasilense

Pequi - Caryocar brasilense

Nome científico: Caryocar brasiliensis. Do pequi come-se a polpa, aproveita a castanha. Característico do cerrado, o pequizeiro seca completamente durante a estação seca.

03/03/2015
cerradocomestívelárvore +1
Pequi - Caryocar brasilense

Pequi - Caryocar brasilense

Nome científico: Caryocar brasiliensis. Do pequi come-se a polpa, aproveita a castanha. Característico do cerrado, o pequizeiro seca completamente durante a estação seca.

03/03/2015
cerradocomestívelárvore +1
Pereira

Pereira

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Cipó chupão

Cipó chupão

03/03/2015
cerradocipóplantas
Laranjeira do campo - copa

Laranjeira do campo - copa

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Pequi

Pequi

Nome científico: Caryocar brasiliensis. Do pequi come-se a polpa, aproveita a castanha. Característico do cerrado, o pequizeiro seca completamente durante a estação seca.

03/03/2015
cerradocomestívelárvore +1
Capim gordura

Capim gordura

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Bertônica

Bertônica

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Pau doce

Pau doce

03/03/2015
cerradocomestívelárvore +1
Lobeira - Solanum cf. excelsum

Lobeira - Solanum cf. excelsum

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Copaíba - Copaifera sp.

Copaíba - Copaifera sp.

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Copaíba - Copaifera sp.

Copaíba - Copaifera sp.

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Pereira

Pereira

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Assa peixe

Assa peixe

Vernonia polyanthes. Chá das folhas é bom para tosse e garganta.

03/03/2015
arbustocerradomedicinal +1
Pau doce

Pau doce

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Caracaxá

Caracaxá

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Bertônica

Bertônica

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Laranjeira do campo - copa

Laranjeira do campo - copa

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Ananás bravo

Ananás bravo

03/03/2015
cerradocomestívelfruta +1
Lobeira - Solanum cf. excelsum

Lobeira - Solanum cf. excelsum

03/03/2015
cerradoplantas
Pau doce

Pau doce

03/03/2015
cerradocomestívelárvore +1
Lobeira - Solanum cf. excelsum

Lobeira - Solanum cf. excelsum

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Ipê roxo - Tabebuia sp.

Ipê roxo - Tabebuia sp.

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Mangaba - Hancornia speciosa

Mangaba - Hancornia speciosa

03/03/2015
cerradocomestívelfruta +3
Mangaba - folha leitosa - Hancornia speciosa

Mangaba - folha leitosa - Hancornia speciosa

Detalhe da folha leitosa da mangabeira

03/03/2015
cerradocomestívelfolha +4
Baru - Dipteryx alata

Baru - Dipteryx alata

03/03/2015
alimentíciacastanhacerrado +2
Cipó chupão

Cipó chupão

03/03/2015
cerradocipóplantas
Laranjeira do campo - tronco

Laranjeira do campo - tronco

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Vinhático

Vinhático

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Mangaba - Hancornia speciosa

Mangaba - Hancornia speciosa

03/03/2015
cerradocomestívelfruta +3
Laranjeira do campo - tronco

Laranjeira do campo - tronco

03/03/2015
cerradoárvoreplantas
Embaúba - Cecropia sp.

Embaúba - Cecropia sp.

Cecropia spp. A embaúba é muito comum na beira da mata, nas áreas de recomposição. Atrái formigas e prepara o solo para outras árvores. O chá de infusão da embaúba ajuda a controlar hemorragias.

03/03/2015
cerradomedicinalpioneira +2
Timbó

Timbó

03/03/2015
cerradoárvoreplantas