mocambola

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Saberes de mocambola

Baobá no Alvorada

Baobá no Alvorada

Que a terra do Palácio da Alvorada, com todo o amor e cuidado que recebe, permita que o nosso baobá crie raízes profundas e atravesse séculos. Plantar essa muda, símbolo de resistência, sabedoria e longevidade, é plantar um pedaço de eternidade. Neste Dia dos Pais, semeamos esperança ao som de Gil: 🎶 Aguardaremos, brincaremos no regato. Até que nos tragam frutos, teu amor, teu coração 💚🌱

18/01/2026
Luiz Inácio Lula de Silva ordem do méritoPalácio da AlvoradaRota dos Baobás +1
É hora do ser humano voltar a olhar pro céu - Livro digital

É hora do ser humano voltar a olhar pro céu - Livro digital

04/12/2025
 Layla e TC cantando Muzak

Layla e TC cantando Muzak

Layla e TC cantando Muzak em 2009 na casinha 711.

23/10/2024
TCLayla
TerraVista_6_2024-02-19_17-20-10

TerraVista_6_2024-02-19_17-20-10

Encontro de formação da Teia dos Povos

19/02/2024
2024Assentamento TerraVistaTeia dos Povos +1
TerraVista_5_2024-02-19_17-20-10

TerraVista_5_2024-02-19_17-20-10

Encontro de formação da Teia dos Povos

19/02/2024
2024Assentamento TerraVistaTeia dos Povos +1
TerraVista_4_2024-02-19_17-20-10

TerraVista_4_2024-02-19_17-20-10

Encontro de formação da Teia dos Povos

19/02/2024
2024Assentamento TerraVistaTeia dos Povos +1
TerraVista_3_2024-02-19_17-20-10

TerraVista_3_2024-02-19_17-20-10

Encontro de formação da Teia dos Povos

19/02/2024
2024Assentamento TerraVistaTeia dos Povos +1
TerraVista_1_2024-02-19_17-20-10

TerraVista_1_2024-02-19_17-20-10

Encontro de formação da Teia dos Povos

19/02/2024
2024Assentamento TerraVistaTeia dos Povos +1
TerraVista_2_2024-02-19_17-20-10

TerraVista_2_2024-02-19_17-20-10

Encontro de formação da Teia dos Povos

19/02/2024
2024Assentamento TerraVistaTeia dos Povos +1
 Gilberto Gil: A luta continua, contra a direita do retrocesso, ataques imobiliários a Salvador

Gilberto Gil: A luta continua, contra a direita do retrocesso, ataques imobiliários a Salvador

CRÉDITOS Direção Geral: Bob Fernandes Direção Executiva: Antonio Prada Produção: Eliano Jorge Arte e Vinhetas: Lorota Música de abertura e encerramento: Gabriel Edé Produtora e apoio: Iglu Loc Direção, edição e finalização: Nuno Penna Direção de fotografia: Daniel Talento Assistente de câmera: Diogo Sousa Som direto: Rickson Bala

28/01/2024
Bob FernandesGilberto GilSalvador +1
Sonho TV Tainã

Sonho TV Tainã

Memória importante dos sonho que vira realidade.. 1992

27/01/2024
Casa de Cultura TainãTV
Conferência Temática da Cultura Digital - Permacultura Digital

Conferência Temática da Cultura Digital - Permacultura Digital

Conferência Temática da Cultura Digital #culturadigital PermaCultura Digital: Começo, meio e começo

26/01/2024
Conferência Temática da Cultura DigitalPermacultura Digital
Nega eternamente semente

Nega eternamente semente

Mestra Nega Pataxó está viva em nós e lutou com o maracá nas mãos. Justiça para o povo Pataxó Hã-Hã-Hãe! Na tarde de ontem (21), Nega Pataxó, como chamamos carinhosamente Maria de Fátima Muniz Andrade, majé do povo Pataxó Hã-Hã-Hãe e nossa mestra, foi covardemente assassinada pelo grupo de extermínio ‘Invasão Zero’, liderado por fazendeiros e empresários baianos, cujo modo de operação inclui a formação de milícias armadas com o objetivo de atacar, intimidar e matar povos originários, Sem-Terra e pequenos agricultores em diversas regiões do estado. No ataque, que ocorreu durante uma retomada do território ancestral Pataxó Hã-Hã-Hãe em Potiraguá, no sudoeste da Bahia, aconteceram também o trancamento das vias de acesso à área e sessões de tortura. Uma parente teve a sua clavícula quebrada, alguns foram feridos em várias partes do corpo após espancamentos e ainda outros ficaram desaparecidos. Além de Nega Pataxó, o irmão dela, cacique Nailton Muniz, líder Pataxó Hã-Hã-Hãe e conselheiro da Teia dos Povos, foi baleado, teve o rim atingido e foi submetido a uma cirurgia de risco. A polícia militar da Bahia, liderada pelo governador Jerônimo Rodrigues, teve participação no fato. Agentes da segurança pública atuaram como guarda-costas dos ruralistas homicidas. Segundo relatos, os policiais tanto facilitaram as ações dos criminosos, quanto agrediram, eles próprios, os indígenas. Desde 1500, quando os portugueses invadiram essas terras e iniciaram o genocídio contra os povos originários, temos resistido às violências que marcam, com sangue, este território, historicamente pertencente àqueles que, hoje em dia, reinvidicam o direito de viver em paz, seguindo o modo de vida tradicional. O povo Pataxó Hã-Hã-Hãe é uma dessas comunidades resistentes e têm lutado há décadas pela garantia plena de seu território. Recentemente, há um mês, outra liderança dessa etnia, o Cacique Lucas Kariri-Sapuyá, foi morta em uma emboscada enquanto voltava para casa acompanhada de seu filho. O jovem tinha 31 anos. Nega Pataxó, ancestralizada aos 52 anos, é uma mestra de saberes e liderança espiritual na Terra Indígena Caramuru Catarina-Paraguassu, e zelava por seu povo com práticas da medicina tradicional, incluindo cantos ancestrais, outros de composição própria, cultivo e uso de ervas, além de seu intenso trabalho, junto a parentes, na recomposição da floresta, lugar e morada dos encantados. Militante do Movimento Indígena, a majé foi uma das construtoras da Pré-Jornada de Agroecologia da Teia dos Povos, que aconteceu em sua comunidade em 2023. Registrar a trajetória de Nega, que se encantou com o maracá empunhado, como uma vivente contracolonial sobre a mãe Terra, é destacar a importância das mulheres para a construção de uma vida digna para os povos. Combater o latifúndio, o colonialismo e o capitalismo é, mais que nunca, uma tarefa que precisamos assumir coletivamente, a fim de honrar guerreiras e guerreiros, como Nega Pataxó, Cacique Lucas, Galdino e outros parentes que não tiveram medo de lutar contra os nossos inimigos Nega, eternamente semente!

24/01/2024
Pataxo Ha Ha HaeBahiaCacique Nailton +2
Nannuflay Tinariwen

Nannuflay Tinariwen

In the Sahara desert, an old Tuareg man comes back to the camp where he grew up for a party. He remembers the joys and the torments of the nomadic life he lived with a friend who has since deceased: memories from their naive childhood in the sand dunes, the adventures they lived during their teenage years, the fights and the dramas of their adult lives… Their friendship tells us the story of hearty people living in lands of loneliness. Music video directed by Axel Digoix, produced by Pilule et Pigeon p&c 2018 Wedge Animators: Leo Schweitzer Remi Bastie Axel Digoix Coloring: Clara Franciosi Marine Beaucaire Hugo Garnier Rendering, Compositing: Clémentine Choplain 'Nànnuflày' (Fulfilled) Ibrahim Ag Alhabib / Eyadou A Leche / Mark LAnegan Ibrahim Ag Alhabib lead guitars, lead vocals Abdallah Ag Alhousseyni background vocals, claps Alhassane Ag Touhami background vocals, claps Eyadou Ag Leche bass background vocals, claps Elaga Ag Hamid guitars, background vocals, claps Said Ag Ayad djembe, calebasse, background vocals, claps Iyad Moussa Ben Abderahmane electric guitars, Nànnuflày with Amar Chaoui additional percussion Kurt Vile electric guitars Mark Lanegan vocals "There was a time I lived fulfilled. Life taught me that It can often change. The one you find in solitude Is prisoner of egotistical desires. I have a friend I can trust Who quenches the thirst That burns in my heart. I walk in his footsteps Pursuing memories built On a dune that's always moving. No sleepwalking, don't keep me apart I'm through sleepwalking, god be in my heart No more sleepwalking, been asleep too long No more sleepwalking, keep me with you go"

08/12/2023
Tinariwen
Tenere Taqqal Tinariwen

Tenere Taqqal Tinariwen

"Ténéré Tàqqàl" from the album 'Elwan,' available now Order ELWAN here: http://found.ee/tinariwen_store Directed by Axel Digoix, produced by Pilule et Pigeon p&c 2016 Wedge TÉNÉRÉ TÀQQÀL Ténéré tàqqàl Eghàrghàr wa n-fissar Dàgh iknasàn elwan Azzadàn dàgh-s alimmoz Awwànàn ichinkad Adagh Ibas tidwin igdad iskak Aherahàghnàt timizzagh Tiwàr tekenzart idim n-àlyad A-wa àzzàman àssoheen Dàgh idja amsistagh Azzaràn wi àssohàtnen Idjmadàn inibdan Ammun dàgh-nàgh meddàn Tàssiknàs tayitte n-nibrar Tigla tisrawt fàlanàgh Istàqqàt anmàghdar What has become of the Ténéré The Ténéré* has become an upland of thorns Where elephants fight each other Crushing tender grass under foot. The gazelles have found refuge high in the mountains The birds no longer return to their nests at night The camps have all fled. You can read the bitterness on the faces of the innocents During this difficult and bruising time In which all solidarity has gone. The strongest impose their will And leave the weakest behind Many have died battling for twisted ends. And joy has abandoned us Exhausted by all this duplicity.

08/12/2023
Tinariwen
Flor de Baobá e Guapuruvu

Flor de Baobá e Guapuruvu

Baobá di Gê yo no tempo que o tempo deu, tudo que tiver que ser será. depois do Baobá di NiLu, do Baobá di Bantu (com o Rei de Angola), do Baobá di Bá, do Baobá di Ju, ao raiar desse dia 16.11.23, vimos o nosso querido Guapuruvu encerrando o seu ciclo de vida em decorrência das fortes chuvas e ventos de ontem à tarde. mas, confirmando o círculo de magia e luz que sempre nos protege. exatamente nesse dia, fomos recompensad@s com 2 flores geradas pelo de Baobá di Gê, plantado aqui no quilombo Tainã, em 2016 pela minha querida mãe Geralda, quando iniciavamos as comemorações dos seus 100 anos de vida e de alegrias. ao longo de quase duas décadas, venho construindo a Rota dos Baobás (uma longa história se lembrada desde seu início) e, nessa trajetória, semeei e ví nascerem centenas de Baobás, ví crescerem, plantei muitos, por muitos lugares e territórios. conheci e vivenciei momentos inesquecíveis com muita gente maravilhosa de todas as idades. experiências que me marcaram profundamente e me fizeram compreender melhor o sentido da vida. sinto que minha mãe veio nos abençoar botando duas flores no seu Baobá pra não esquecermos que viver é só sonhar e viver. de todos Baobás que plantei esse foi o primeiro que ví dar flores. tempo de sonhar. aṣè!!!

20/11/2023
Baobá di GêFlor de BaobáMumbuca +1
Flor de Baobá e Guapuruvu

Flor de Baobá e Guapuruvu

Baobá di Gê yo no tempo que o tempo deu, tudo que tiver que ser será. depois do Baobá di NiLu, do Baobá di Bantu (com o Rei de Angola), do Baobá di Bá, do Baobá di Ju, ao raiar desse dia 16.11.23, vimos o nosso querido Guapuruvu encerrando o seu ciclo de vida em decorrência das fortes chuvas e ventos de ontem à tarde. mas, confirmando o círculo de magia e luz que sempre nos protege. exatamente nesse dia, fomos recompensad@s com 2 flores geradas pelo de Baobá di Gê, plantado aqui no quilombo Tainã, em 2016 pela minha querida mãe Geralda, quando iniciavamos as comemorações dos seus 100 anos de vida e de alegrias. ao longo de quase duas décadas, venho construindo a Rota dos Baobás (uma longa história se lembrada desde seu início) e, nessa trajetória, semeei e ví nascerem centenas de Baobás, ví crescerem, plantei muitos, por muitos lugares e territórios. conheci e vivenciei momentos inesquecíveis com muita gente maravilhosa de todas as idades. experiências que me marcaram profundamente e me fizeram compreender melhor o sentido da vida. sinto que minha mãe veio nos abençoar botando duas flores no seu Baobá pra não esquecermos que viver é só sonhar e viver. de todos Baobás que plantei esse foi o primeiro que ví dar flores. tempo de sonhar. aṣè!!!

20/11/2023
Baobá di GêFlor de BaobáMumbuca +1
Flor de Baobá e Guapuruvu

Flor de Baobá e Guapuruvu

Baobá di Gê yo no tempo que o tempo deu, tudo que tiver que ser será. depois do Baobá di NiLu, do Baobá di Bantu (com o Rei de Angola), do Baobá di Bá, do Baobá di Ju, ao raiar desse dia 16.11.23, vimos o nosso querido Guapuruvu encerrando o seu ciclo de vida em decorrência das fortes chuvas e ventos de ontem à tarde. mas, confirmando o círculo de magia e luz que sempre nos protege. exatamente nesse dia, fomos recompensad@s com 2 flores geradas pelo de Baobá di Gê, plantado aqui no quilombo Tainã, em 2016 pela minha querida mãe Geralda, quando iniciavamos as comemorações dos seus 100 anos de vida e de alegrias. ao longo de quase duas décadas, venho construindo a Rota dos Baobás (uma longa história se lembrada desde seu início) e, nessa trajetória, semeei e ví nascerem centenas de Baobás, ví crescerem, plantei muitos, por muitos lugares e territórios. conheci e vivenciei momentos inesquecíveis com muita gente maravilhosa de todas as idades. experiências que me marcaram profundamente e me fizeram compreender melhor o sentido da vida. sinto que minha mãe veio nos abençoar botando duas flores no seu Baobá pra não esquecermos que viver é só sonhar e viver. de todos Baobás que plantei esse foi o primeiro que ví dar flores. tempo de sonhar. aṣè!!!

17/11/2023
Baobá di GêFlor de BaobáGuapuruvu +2
Flor de Baobá e Guapuruvu

Flor de Baobá e Guapuruvu

Baobá di Gê yo no tempo que o tempo deu, tudo que tiver que ser será. depois do Baobá di NiLu, do Baobá di Bantu (com o Rei de Angola), do Baobá di Bá, do Baobá di Ju, ao raiar desse dia 16.11.23, vimos o nosso querido Guapuruvu encerrando o seu ciclo de vida em decorrência das fortes chuvas e ventos de ontem à tarde. mas, confirmando o círculo de magia e luz que sempre nos protege. exatamente nesse dia, fomos recompensad@s com 2 flores geradas pelo de Baobá di Gê, plantado aqui no quilombo Tainã, em 2016 pela minha querida mãe Geralda, quando iniciavamos as comemorações dos seus 100 anos de vida e de alegrias. ao longo de quase duas décadas, venho construindo a Rota dos Baobás (uma longa história se lembrada desde seu início) e, nessa trajetória, semeei e ví nascerem centenas de Baobás, ví crescerem, plantei muitos, por muitos lugares e territórios. conheci e vivenciei momentos inesquecíveis com muita gente maravilhosa de todas as idades. experiências que me marcaram profundamente e me fizeram compreender melhor o sentido da vida. sinto que minha mãe veio nos abençoar botando duas flores no seu Baobá pra não esquecermos que viver é só sonhar e viver. de todos Baobás que plantei esse foi o primeiro que ví dar flores. tempo de sonhar. aṣè!!!

17/11/2023
Baobá di GêFlor de BaobáGuapuruvu +2
PATRIMÔNIO DE CÓDIGO ABERTO: tensionando informação, participação e tecnologia

PATRIMÔNIO DE CÓDIGO ABERTO: tensionando informação, participação e tecnologia

Autores: NITO, Mariana Kimie da Silva (1); SOSTER, Sandra Schmitt (2) RESUMO: A compreensão contemporânea do patrimônio cultural possibilita diferentes apropriações e reivindicações pelo direito à memória, aflorando práticas e projetos que partem de processos colaborativos, iniciativas da sociedade civil organizada e do Estado. Nesse sentido, o campo da Educação Patrimonial se destaca por ter promovido a participação social nas políticas e ações do patrimônio cultural no Brasil, principalmente por meio do método de inventário participativo. Essas políticas e ações ganham força e se interinfluenciam através do uso de tecnologias digitais, desvelando outras camadas da complexidade da sociedade contemporânea. Com a constante evolução das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC), as possibilidades de trabalho sobre as referências culturais das comunidades locais e o patrimônio cultural oficializado são imensuráveis. Neste artigo, refletimos sobre como tecnologias de georreferenciamento e a Internet podem contribuir para a democratização do patrimônio, com base na ideia de patrimônio de código aberto e colaborativo. Para fundamentar essas questões, abordamos os métodos de Inventário Participativo e Cartografia Social a partir de suas semelhanças e dos desafios apresentados pelo meio digital, problematizando o papel dos cidadãos e o processo educativo. Assim, nossa questão principal é: Qual relação queremos construir entre sociedade e patrimônio por meio da tecnologia digital? ABSTRACT: The contemporary understanding of cultural heritage enables different approaches and demands for the right to memory, rising practices and projects that start from collaborative processes, initiatives from organized civil society and the Government. In this regard, the field of Heritage Education stands out for having promoted social participation in cultural heritage policies and actions in Brazil, mainly through the participatory inventory method. These policies and actions gain strength and influence each other through the use of digital technologies, unveiling other layers of the complexity of contemporary society. With the constant evolution of Information and Communications Digital Technology (ICDT), the possibilities for working with cultural references of local communities and classified cultural heritage are immeasurable. In this paper, we reflect on how georeferencing technologies and the Internet can contribute to the democratization of heritage, based on the idea of open source and collaborative heritage. To support these issues, we approach the methods of Participatory Inventory and Social Cartography based on their similarities and the challenges presented by the digital medium, problematizing the role of citizens and the educational process. Therefore, our main question is: What relationship do we want to build between society and heritage through digital technology?

02/08/2023
NPDDPatrimônioBaobáxia
Pra aprender tem que botar sentido: diálogos sobre despossessão, terra e conhecimento

Pra aprender tem que botar sentido: diálogos sobre despossessão, terra e conhecimento

Pra aprender tem que botar sentido: diálogos sobre despossessão, terra e conhecimento com mestres do assentamento Terra Vista – BA. 2017. xv, 138 f., il. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social)—Universidade de Brasília, Brasília, 2017. Resumo: Esta pesquisa foi realizada entre 2014 e 2016 junto a camponeses e camponesas do Terra Vista, assentamento de Reforma Agrária localizado em Arataca, Bahia. Esse território foi constituído a partir da luta de trabalhadores despossuídos que sonham em realizar uma relação com a terra em que a fartura seja plena. Hoje são desenvolvidas diversas ações que visam promover a recuperação da Mata Atlântica em confluência com o sistema de cultivo denominado Cacau-Cabruca – em que o cacau é plantado dentro da mata nativa. Além disto, a comunidade busca construir processos educativos enraizados nos saberes-fazeres de seus mestres e “mais velhos”. Neste contexto, o presente trabalho partiu de uma proposta de pesquisa demandada pela comunidade em que me foi solicitado realizar um diálogo com seis anciãos considerados mestres. A partir da escuta a suas narrativas e da convivência com estes, organizei o texto considerando três dimensões do “ser mestre” camponês. Em primeiro lugar, argumento que ser mestre é ser guardião da memória coletiva e, portanto, oferecer um espelho para que os mais jovens possam olhar para dentro de si. Em segundo lugar, afirmo que essas pessoas não apenas narram histórias sobre si e sobre o contexto sócio histórico de que são parte; elas são guardiãs de conhecimentos sobre a natureza e sobre princípios que regem o cultivo agrícola e a vida, propondo e criando meios para vivenciar a fartura. Por fim, os mestres também assumem um papel de – por meio do diálogo – desafiar as pessoas a engajarem-se no e com o mundo de maneira reflexiva, com os outros e enraizada na realidade. Na travessia camponesa, argumento que os mestres são aqueles que sabem escutar os sinais da natureza e aprender com ela; a natureza toma simbolicamente o lugar de mestre. Assim sendo, tornar-se sujeito é, em princípio, reconhecer-se como parte de um caminho andado junto, passa por saber as histórias daqueles que romperam cercas, furaram mundos para que os que hoje pisam essa terra, e ela própria, estejam vivos. Abstract: This research was conducted between 2014 and 2016 among peasants from Terra Vista, a Land Reform settlement located in Arataca, Bahia. This territory was constituted from the struggle of deposseded workers who dream to build a relationship with the land in which abundance is fully plenty. There are many actions being developed today which aim to promote the recovery of the Atlantic Forest, converging with the cultivation system Cacau-Cabruca, where cocoa is planted within the native forest. Besides that, the community aims to build educational processes rooted in the knowhow of their master and “elderlies”. In this context, the present dissertation arises from a community request. I promoted a dialogue with six elderlies who were considered masters. From listening to their narratives and living with them, I’ve organized the text considering three dimensions of the peasant “being master”. First, I argue that being a master is being a guardian of the collective memory, and, therefore, offering a mirror so the youngsters can look within themselves. Secondly, I affirm that these people not only narrate stories about themselves and about the social historical context they are a part of; they are guardians of knowledges about nature and about principles that guide agriculture and life, proposing and creating ways to live in abundance. Lastly, the masters, through dialogue, also take on a role of challenging people to engage in and with the world in a reflexive manner and rooted in reality. I argue that masters are those who can listen to the signs of nature and learn with it; nature symbolically takes the role of the master. Therefore, becoming a subject is, in principle, recognizing oneself as part of a shared path, and knowing the stories of those who broke fences and pierced worlds for the ones who step on this land today, and for the land itself, to be alive. Autora: Mariana Cruz de Almeida Lima

02/08/2023
NPDDAssentamento TerraVistaMari Tum +2
Pra aprender tem que botar sentido

Pra aprender tem que botar sentido

02/08/2023

Samba de Fojo

Juntando no Samba de Fojo

20/07/2023
ensaioGuapimirimSamba de Fojo
Chegada de datacenter a aldeia xavante

Chegada de datacenter a aldeia xavante

Parceria com a Unesp traz nova infraestrutura computacional e sistema fotovoltaico que melhora conectividade de moradores da aldeia Wede’rã. Objetivo é assegurar controle sobre acervo de produções audiovisuais, estratégia que o grupo adota desde a década de 80 para registrar e transmitir suas tradições.

17/07/2023
NPDDMTUNESP +2
Afrociberdelia Mocamba Baobaxia na Rota Digital do Campinho da Independencia

Afrociberdelia Mocamba Baobaxia na Rota Digital do Campinho da Independencia

Fruto da junção entre “baobá” e “galáxia”, Baobáxia é um sistema digital livre criado para permitir o armazenamento e compartilhamento de materiais multimídias por locais com pouco ou nenhum acesso à internet. Desenhada por integrantes e parceiros da Rede Mocambos, essa plataforma faz parte da jornada educativa praticada pela Casa de Cultura Tainã com quilombolas, indígenas, caiçaras e assentamentos sobre apropriação tecnológica digital. Voltado para funcionar principalmente com comunidades rurais, esse software livre sincroniza informações de forma descentralizada a partir da internet, quando disponível, e/ou pela troca de dados entre as pessoas que circulam com o programa instalado em algum dispositivo móvel. Seu processo de implementação assumiu a dinâmica de andanças pelos territórios e ganhou o nome de “Baobáxia na Rota dos Baobás” por incorporar saberes ancestrais com plantio de mudas da árvore milenar africana nos encontros de diálogos tecnológicos. Com o sistema Baobáxia instalado no quilombo Campinho da Independência, como um parceiro da rede, esta pesquisa buscou explorar caminhos para identificar como o trabalho promovido pela Rede Mocambos, em articulação de comunidades tradicionais e políticas públicas, foi ou não assimilado no Campinho em seu contexto digital. Partindo de uma revisão bibliográfica sobre a formação da internet, o caso programa GESAC para áreas rurais e o Programa Cultura Viva, este trabalho também agregou visitas de campo, entrevistas, análises de bases de dados e conteúdos digitais. Com apoio de autores que trabalham redes sociais, como Barnes e Bott, e teóricos que trabalham com apropriação tecnológica, como Fouché e Eglash, este trabalho trata-se de uma exploração inicial sobre o tema que envolve redes multiculturais de pessoas e saberes na apropriação conjunta de tecnologias comuns. A synthesis of words “baobab” and “galaxy”, Baobáxia is a free digital system created to allow the storage and sharing of multimedia materials by places with restrictions or no access to the internet. Designed by members and partners of Rede Mocambos, this platform is part of the educational journey practiced by Casa de Cultura Tainã with quilombolas, indigenous, caiçaras and small farmers on digital technological appropriation. Designed to work mainly with rural communities, this free software synchronizes information in a decentralized way from the internet, when available, and/or from the data exchange between people who circulate with the program installed on some mobile device. Its implementation process assumed the dynamics of wanderings across the territories and earned the name "Baobáxia on the Route of the Baobabs" for incorporating the planting of seedlings of the ancient African tree through meetings of technological dialogues. With baobáxia system installed in quilombo Campinho da Independência, as a partner of the network, this research sought to explore ways to identify how the work promoted by the Rede Mocambos, in articulation of traditional communities and public policies, was or was not assimilated in Campinho in its context digital. Started with a bibliographic review on the formation of the internet, the case of the GESAC program for rural areas and the Cultura Viva program, this work also included field visits, interviews, analysis of databases and digital content. With the support of authors who work with social networks, such as Barnes and Bott, and theorists who work with technologies made by technologically marginalized populations, such as Fouché and Eglash, this work is an initial exploration on the theme that involves a multicultural network of people and knowledge in the joint appropriation of common technologies. Autor: Daniel Cardoso de Andrade

17/07/2023
NPDDQuilombo do CampinhoAfrociberdelia Mocamba +3
O Comum Entre Nós

O Comum Entre Nós

No livro O comum entre nós: da cultura digital à democracia do século XXI, o autor Rodrigo Savazoni perscruta inúmeras formas do viver comunitário, desde os tradicionais modelos com os quais escolhemos e/ou nos é legado existir, aos contemporâneos estilos de um conviver virtual em plataformas digitais que extrapolam as divisas geofísicas e, num arrojado movimento de liberdade, se lançam contra até mesmo modos de vida hegemônicos que nos cercam cotidianamente. Pautando-se por uma linguagem clara e direta, a coleção pretende despertar, em igual medida, o interesse tanto de pesquisadores da área de tecnologia e comunicação como de um público leitor mais abrangente, que se vê envolvido em seu cotidiano com aparatos tecnológicos permanentemente conectados. Em formato digital, faz uso de um suporte hábil em ampliar as possibilidades de acesso a estudos acerca de aspectos centrais da vida contemporânea. Dessa forma, reforça o papel da leitura como expediente-chave da educação concebida em bases emancipatórias, utilizando a tecnologia digital como ferramenta propícia a um espaço social crítico, inventivo e renovador.

16/07/2023
NPDDcultura digitalBaobáxia
A terrestrial Internet from the quilombos

A terrestrial Internet from the quilombos

Este artigo, baseado em trabalho de campo etnográfico, examina a origem e o desenvolvimento da Baobáxia, uma rede digital para compartilhamento de conteúdos produzidos em comunidades. A Baobáxia surgiu no Brasil em comunidades quilombolas no início dos anos 2000 expandindo-se para outros grupos marginalizados na América do Sul, África e Europa. Focamos no papel essencial que a árvore baobá exerce nessa rede, levantando a questão dos recursos materiais que sustentam a Internet e o capitalismo digital. Em nossa análise, a Baobáxia exemplifica uma “Internet terrestre” que expõe a ilusão capitalista de desmaterialização e revela uma abordagem diferente para o desenvolvimento de tecnologia em meio às crises ambientais planetárias recentes. O artigo demonstra a articulação dos conhecimentos ancestrais com as novas tecnologias na concepção e construção da Baobáxia, uma rede adaptável às condições geográficas, ecológicas e infraestruturais, fomentando a resistência, autonomia e sustentabilidade comunitária. O desenvolvimento da Baobáxia, historicamente enraizada e voltada para o futuro, é um experimento esclarecedor na exploração e compartilhamento de maneiras de criar mundos que sustentam vida. Nosso estudo sobre essa evolução transatlântica do baobá, nos últimos cinco séculos, desafia o quadro espaço-temporal frequentemente limitado da pesquisa etnográfica. Desta forma, defendemos uma abertura metodológica para perspectivas alternativas de interlocutores etnográficos para orientar a compreensão acadêmica sobre o mundo. Autores: Shaozeng Zhang, Mariana Ribeiro Porto Araujo Ana Carolina de Assis Nunes

16/07/2023
NPDDInternet\nterrestre2º Acampamento Quilombolinha +1
Tecnologias, infraestruturas e redes feministas

Tecnologias, infraestruturas e redes feministas

Autonomia, linguagem e segurança são as três categorias fundamentais que neste artigo desvelam a noção de tecnologia feminista que vem sendo construída em movimentos feministas da América Latina. Os diferentes sentidos mobilizados nessas categorias são observados a partir da atuação de coletivas latino-americanas de mulheres, pessoas trans e não binárias voltadas para produção e uso das tecnologias de informação e comunicação, redes autônomas e infraestruturas. Nesse cenário, tecnologia feminista é uma perspectiva construída por esses movimentos engajados em um debate tecnopolítico na interface com conhecimentos sobre internet, autonomia, infraestruturas digitais e segurança da informação para ativistas. A partir de pesquisas recentes desenvolvidas pelas autoras, este artigo apresenta e analisa a constituição dessa perspectiva e sua contribuição para a construção de alianças com as tecnologias e redes sociotécnicas que sejam divergentes do legado colonial e androcêntrico. Autoras: Débora Prado de Oliveira Daniela Camila de Araújo Marta Mourão Kanashiro

16/07/2023
NPDDTecnologia Feministaartigo +2
Entre algumas outras tecnologias

Entre algumas outras tecnologias

Este artigo tem como intenção pensar e construir outras maneiras de compreender as tecnolo- gias no campo de estudos de Ciência, Tecnologia e sociedade (CTS) na América Latina e no Caribe a partir da valorização e reconhecimento dos saberes e conhecimentos tecnológicos das comunidades quilombolas, camponesas e indígenas os quais têm sido apagados e desco- nhecidos. Além disso, esse trabalho objetiva esclarecer a mestiçagem dessas tecnologias pró- prias com as tecnologias alheias para fortalecer a memória e o resgate do próprio. Neste senti- do, articulam-se os trabalhos de Henrique Cunha Junior, sobre tecnologias africanas, Alexan- der Herrera Wassilowsky, sobre conhecimentos dos povos andinos, Alberto Acosta sobre o Bem viver e Silvia Rivera Cusicanqui sobre o conceito do ch’ixi com duas experiências orga- nizativas: MinkaLab, da Colômbia, e a Rede Mocambos no Brasil. Ambas as experiências reconhecem, valorizam e compartilham os conhecimentos tecnológicos ancestrais e tradicio- nais das comunidades camponesas, indígenas e quilombolas como estratégia para resgatar o próprio, construir um bem viver, resguardar a memória e respeitar a diversidade de conheci- mentos e de rasgos culturais característicos da Abya Yala. Do mesmo modo, quer-se identifi- car o uso e apropriação das tecnologias alheias como instrumento para o fortalecimento dessa memória e a criação de uma mestiçagem tecnológica. Ana María Rivera Fellner Leander Cordeiro de Oliveira Luiz Ernesto Merkle

16/07/2023
NPDDBaobáxia
EDUCAÇÃO NAS SOCIEDADES DO CONHECIMENTO

EDUCAÇÃO NAS SOCIEDADES DO CONHECIMENTO

Com o intuito de ampliar as discussões sobre a adoção dos Recursos Educacionais Abertos (REA) e o seu potencial emancipatório, o presente artigo aprofunda a reflexão teórica e filosófica sobre o que são os REA e sobre suas implicações sociais. A discussão é feita em três etapas: i) a relação dos REA com outros movimentos de código aberto; ii) a associação entre REA e os preceitos de uma educação emancipatória de Paulo Freire; iii) a projeção desses resultados na Teoria das Sociedades do Conhecimento de Nico Stehr. Como resultado dessa discussão, o artigo propõe o conceito de Capacidade de Ação Emancipatória, entendida como os conhecimentos, saberes e práticas que precisam ser mobilizados para indivíduos, ou grupos, se emanciparem. Assim, deseja-se contribuir para a defesa de que a superação das injustiças sociais passa pela incorporação, em especial na educação, das práticas e filosofias dos REA, incluindo a cultura livre, as tecnologias livres e a ciência aberta. Autores: Marina de Freitas Leonardo Albuquerque Heidemann Ives Solano Araujo

16/07/2023
NPDDREABaobáxia
Release BaobAfriCampinas

Release BaobAfriCampinas

Release plantio Baobá de NiLU

27/06/2023
BaobAfriCampinas
Reunião Movimento Software Livre 14 junho

Reunião Movimento Software Livre 14 junho

Encontro do Movimento Software Livre. Mais na tv.taina.net.br

27/06/2023
software livre
Flyer BaobAfriCampinas

Flyer BaobAfriCampinas

Flyer plantio do Baobá NiLU

27/06/2023
BaobAfriCampinas32ª Lavagem das Escadarias CampinasLumumba Afroindígena +2
Mini Doc Nucac

Mini Doc Nucac

Mini Doc do mano Abder

24/03/2023
NUCACAgricultura FamiliarDF +1
Vídeo demonstrativo de uma publicação no Baobáxia

Vídeo demonstrativo de uma publicação no Baobáxia

Vídeo para demonstrar uma publicação na Mucua Virtual LELIA com o BAOBÁXIA instalado no Data Center Comunitário Livre da Unesp.

29/12/2021
testes
Publicação para testes

Publicação para testes

Esta é uma publicação para testes da instalação da Mucua Virtual LELIA no Data Center Comunitário Livre da Unesp.

29/12/2021
testes
João Zinclar - autoretrato

João Zinclar - autoretrato

João Zinclar - Autoretrato e00c28df-cc49-4c80-adbb-4b5b86fb86b4

12/01/2019
2012AutoretratoJoao Zinclar
Coco da Mae Beth na oficina de radio na Escola MST Normandia

Coco da Mae Beth na oficina de radio na Escola MST Normandia

Coco "Ta na hora do pau comer" da Mãe Beth de Oxum na oficina de rádio livres na escola do MST Normandia.

26/04/2018
Coco de UmbigadaMSTMãe Beth de Oxum +3
Mensagem do Congresso Nacional Indigena Zapatista

Mensagem do Congresso Nacional Indigena Zapatista

Mensagem do Congresso Nacional Indigena Zapatista

14/04/2018
Resistencia indigenazapatismo
Vinho de 2017 em Reino

Vinho de 2017 em Reino

27/10/2017
2017reinovendemmia +1
Manifesto Nartisan

Manifesto Nartisan

Manifesto Nartisan do mano Dpadua

26/10/2017
dpaduahackerextensão comunitária inglês universidade universidades extensão manifesto saberes conhecimento +1
Praia na Aldeia Pará

Praia na Aldeia Pará

24/11/2016
aldeia parátcnxmnsmpataxó
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II Festival Internacional de Tecnoxamanismo na Aldeia Pataxó Pará em Porto Seguro / BA

24/11/2016
aldeia parátcnxmnsmpataxó
Tenda de Cura de Akuriná

Tenda de Cura de Akuriná

II Festival Internacional de Tecnoxamanismo na Aldeia Pataxó Pará em Porto Seguro / BA

24/11/2016
aldeia parácuratcnxmnsm +2
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II Festival Internacional de Tecnoxamanismo na Aldeia Pataxó Pará em Porto Seguro / BA

24/11/2016
aldeia parátcnxmnsmpataxó
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II Festival Internacional de Tecnoxamanismo na Aldeia Pataxó Pará em Porto Seguro / BA

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II Festival Internacional de Tecnoxamanismo na Aldeia Pataxó Pará em Porto Seguro / BA

24/11/2016
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II Festival Internacional de Tecnoxamanismo na Aldeia Pataxó Pará em Porto Seguro / BA

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II Festival Internacional de Tecnoxamanismo na Aldeia Pataxó Pará em Porto Seguro / BA

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II Festival Internacional de Tecnoxamanismo na Aldeia Pataxó Pará em Porto Seguro / BA

24/11/2016
aldeia parátcnxmnsmpataxó
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Fotos de la Cuba Conf en Habana

28/04/2016
CubaConfSegundo Dia
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Fotos de la Cuba Conf en Habana

28/04/2016
CubaConfSegundo Dia
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Fotos de la Cuba Conf en Habana

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CubaConfSegundo Dia
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Fotos de la Cuba Conf en Habana

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Fotos de la Cuba Conf en Habana

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CubaConfSegundo Dia
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Fotos de la Cuba Conf en Habana

28/04/2016
CubaConfSegundo Dia
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Fotos de la Cuba Conf en Habana

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CubaConfSegundo Dia
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Fotos de la Cuba Conf en Habana

28/04/2016
CubaConfSegundo Dia
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Fotos de la Cuba Conf en Habana

28/04/2016
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Fotos de la Cuba Conf en Habana

28/04/2016
CubaConfSegundo Dia
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Fotos de la Cuba Conf en Habana

28/04/2016
CubaConfSegundo Dia
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Fotos de la Cuba Conf en Habana

28/04/2016
CubaConfSegundo Dia
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Fotos de la Cuba Conf en Habana

28/04/2016
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Fotos de la Cuba Conf en Habana

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CubaConfSegundo Dia
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Fotos de la Cuba Conf en Habana

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Fotos de la Cuba Conf en Habana

28/04/2016
CubaConfSegundo Dia
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Fotos de la Cuba Conf en Habana

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CubaConfSegundo Dia
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Fotos de la Cuba Conf en Habana

28/04/2016
CubaConfSegundo Dia
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Fotos de la Cuba Conf en Habana

28/04/2016
CubaConfSegundo Dia
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Fotos de la Cuba Conf en Habana

28/04/2016
CubaConfSegundo Dia
Un samba en Cuba

Un samba en Cuba

Salida de noche .. encontrando los musicos cubanos!

27/04/2016
CubaConf
CUBACIONF

CUBACIONF

27/04/2016
IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

09/11/2015
IV JornadaTupinambaQuilombo Brasil +2
IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

09/11/2015
IV JornadaTupinambaQuilombo Brasil +2
IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

09/11/2015
IV JornadaTupinambaQuilombo Brasil +2
IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

09/11/2015
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IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

09/11/2015
IV JornadaTupinambaQuilombo Brasil +2
IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV JornadaTupinambaQuilombo Brasil +2
IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

09/11/2015
IV JornadaTupinambaQuilombo Brasil +2
IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV JornadaTupinambaQuilombo Brasil +2
IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV JornadaTupinambaQuilombo Brasil +2
IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV JornadaTupinambaQuilombo Brasil +2
IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV JornadaTupinambaQuilombo Brasil +2
IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV Jornada de Agroecologia da Bahia

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Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV Jornada de Agroecologia da Bahia

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Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV Jornada de Agroecologia da Bahia

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Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV Jornada de Agroecologia da Bahia

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Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV Jornada de Agroecologia da Bahia

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Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV JornadaTupinambaQuilombo Brasil +2
IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV Jornada de Agroecologia da Bahia

IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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IV JornadaTupinambaQuilombo Brasil +2
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Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

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Fotos da IV Jornada de Agroecologia, por Mariana.

09/11/2015
IV JornadaTupinambaQuilombo Brasil +2
Vendemmia a Reino

Vendemmia a Reino

Vendemmia alla Cruccicchia. Reino (BN)

28/09/2015
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Vendemmia a Reino

Vendemmia a Reino

Vendemmia alla Cruccicchia. Reino (BN)

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Vendemmia a Reino

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Vendemmia alla Cruccicchia. Reino (BN)

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Vendemmia a Reino

Vendemmia a Reino

Vendemmia alla Cruccicchia. Reino (BN)

28/09/2015
ReinoVendemmia
Insert Coin  2014

Insert Coin 2014

Insert Coin - A Videogame Exibition in Siracusa, ITALY, 2014

07/09/2015
musif
Radio livre tecnoxana

Radio livre tecnoxana

Radio livre criada por brunaz.

03/07/2015
Encontro tecnoxamanismotecnoxamanismo
Inflexos Transcorpo - Marília Vasconcellos + Paloma Klis(y)s

Inflexos Transcorpo - Marília Vasconcellos + Paloma Klis(y)s

03/07/2015
Encontro tecnoxamanismotecnoxamanismo
Oficina de robôs sensíveis à luz

Oficina de robôs sensíveis à luz

03/07/2015
Encontro tecnoxamanismotecnoxamanismo

Maa inon inon (de Xangô)

05/06/2015
Candomblémúsica

Oba nishaa re looke odoo (de Xangô)

04/06/2015
Candomblémúsica

Ago l'Ona (de Xangô)

02/06/2015
Candomblémúsica
BibOS Admin, a free admin system for Ubuntu/Debian

BibOS Admin, a free admin system for Ubuntu/Debian

From FOSDEM, February 2014.

07/04/2015
documentário
Agger and Melanie Valencia planting trees

Agger and Melanie Valencia planting trees

This is a small gallery of photos from the First International Technoshamanism Encounter in Aarhus, Denmark on November 22.-23. This is from one of the permaculture sessions.

04/04/2015
documentaçãopermacultura
Fabi Borges and Marcela Lucatelli

Fabi Borges and Marcela Lucatelli

This is a small gallery of photos from the First International Technoshamanism Encounter in Aarhus, Denmark on November 22.-23.

04/04/2015
tecnoxamanismo
Raised beds

Raised beds

In permaculture, you normally don't like to grow annual vegetables. The reason is that you have to supply nutrition to be able to grow on the same land year after year. With perennials, you can design a biosphere in three layers (canopy trees, shrubs and ground cover) which feed each other by fixing nitrogen from the air, minerals from deep in the ground, etc. <br><br> Carrots, potatoes, lettuce, onions and garlic are quite nice things to eat, though. So if you <i>do</i> grow annuals after all, you do it in raised beds, That way, the soil can be kept very loose, and it's easy to supply enough nutrients by composting weeds and nutrient-fixing plants like clover or alfalfa. These raised beds will supply peas, spinach, onions, garlic, lettuce, carrots and potatoes. Or so I hope.

04/04/2015
permacultura
Homenagem a Iemenjá

Homenagem a Iemenjá

03/04/2015
invenção brasileira
Baobáxia, the Galaxy of Baobab Trees

Baobáxia, the Galaxy of Baobab Trees

02/04/2015
Roda do mes na Aarhus,27-02-15

Roda do mes na Aarhus,27-02-15

02/04/2015
Venha treinar com a gente!

Venha treinar com a gente!

02/04/2015
capoeira
Baobáxia - the Galaxy of Baobab Trees

Baobáxia - the Galaxy of Baobab Trees

Slides from a presentation to be held at Open Space Aarhus (http://osaa.dk) in Aarhus Denmark, on December 2, 2014.

02/12/2014